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"Antigamente os cartazes nas ruas com rostos de criminosos oferecia recompensas, hoje em dia pede votos...
E o pior é que o BRASILEIRO dá...

 

Manifestantes realizam protesto de

Manifestantes realizam protesto de "resistência" ao governo eleito de Jair Bolsonaro (PSL) na Avenida Paulista, em São Paulo. (veja mais adiante matéria sobre este protesto publicada no site do UOL).

 

O Presidente eleito terá pela frente desafios insuperáveis porque a crise econômica em curso no Brasil vai exigir sacrifícios das camadas mais pobres da população que já conta com cerca de 20 milhões ou mais de pessoas que estão desempregadas ou que desistiram de procurar emprego. 

 

 

Se levarmos em conta o comportamento agressivo do Presidente na campanha eleitoral como referência para uma análise do seu perfil psicológico, ele não está preparado para governar o Brasil. Na pobre democracia vigente entre nós, os candidatos interessados em servir o país devem apresentar dois comportamentos muito distintos na campanha eleitoral e no exercício do “poder” *  

 

Coloco aspas na palavra poder porque essa coisa é considerada normal pelos políticos, quando na verdade está contaminada com elementos emocionais e instintivos predadores, tema este que espero seja abordado nesta série  sobre o Governo Bolsonaro que agora se inicia.

 

O comportamento eleitoral deve se basear neste POSTULADO: O CANDIDATO DEVE DIZER O QUE O POVO QUER OUVIR E DA FORMA QUER OUVIR.  Bolsonaro foi eleito porque seguiu à risca este postulado, ao por exemplo, fuzilar verbalmente o PT. Mas depois de eleito ele terá que operar algumas mudanças radicais nas suas intervenções, começando por REPRIMIR   sua agressividade que parece estar associada a algum transtorno emocional. Se estiver, o Presidente eleito só conseguirá deixar de ser agressivo se submeter a uma boa psicoterapia, para o que teria que selecionar um dos melhores psicoterapeutas ou psicanalistas do país.

 

Como veremos na próxima matéria desta série, Bolsonaro não operou ainda a mudança comportamental necessária para o exercício de um bom mandato, ou pelo menos do melhor mandato possível diante dos gigantescos desafios que terá pela frente.

 

Fique agora com o primeiro grande evento da guerra entre nós e eles deflagrado após a eleição de Bolsonaro.

 

Até a próxima

Mtnos Calil

 

 

Bolsonaro é alvo de protestos 2 dias após eleição; ato em SP tem conflito

 

 https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/30/protesto-bolsonaro-sao-paulo-avenida-paulista-boulos-resistencia.htm

 

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) foi alvo de protestos nesta terça-feira (30), apenas dois dias depois de sua eleição para o cargo. Opositores convocaram manifestações em pelo menos seis capitais - São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza e Recife - com o mote de "resistência" ao futuro governo, que veem como um risco à democracia e à manutenção de direitos.

 

Em São Paulo, o protesto foi convocado pela Frente Povo Sem Medo e pela Frente Brasil Popular, organizações formadas por movimentos sociais e centrais sindicais. O ato saiu do vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo), na avenida Paulista, e ocupou uma faixa da via, rumo à praça Roosevelt, na região da Consolação. Segundo a organização do ato, 30 mil pessoas compareceram. A Polícia Militar não divulgou números.

 

No fim da noite, pouco antes das 23h, diversos relatos de bombas e gritaria no centro de São Paulo começaram a ser publicados nas redes sociais.

 

Por meio de sua assessoria de imprensa, a PM informou que equipes do Choque atuaram para liberar as vias próximas à praça Roosevelt após serem alvo de garrafas com coquetel molotov lançadas pelos manifestantes. Ainda de acordo com a assessoria da corporação, uma pessoa foi detida. A PM não soube informar se houve feridos e nem o número de carros da polícia e oficiais deslocados para a operação.

 

"Ele não" Ao longo do protesto, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra Bolsonaro, como "Ele não, ele nunca, ele jamais", retomando o lema "Ele não" dos atos organizados por mulheres contra o presidente eleito durante a campanha eleitoral, além de frases como "Não tenho medo" e "Ninguém vai se render".

 

Apesar do "Ele não", Guilherme Boulos, que disputou a Presidência pelo PSOL e discursou no ato, descartou que o protesto fosse uma contestação ao resultado da eleição. 

 

"As eleições acabaram no domingo, mas as fake news continuam. Nós lançamos esse ato de resistência democrática e eles se apressaram em dizer que a gente não reconhecia o resultado das eleições, que nós éramos maus perdedores", disse. "Nós reconhecemos, sim, o resultado das eleições.

 

Nós não somos o Aécio Neves em 2014” Eleito deputado federal pelo PSDB mineiro este ano, Aécio perdeu a eleição presidencial para Dilma Rousseff (PT) em 2014, e seu partido pediu uma auditoria na votação. Um ano depois, o PSDB concluiu que não houve fraude na eleição.

 

Boulos também afirmou que Bolsonaro "se elegeu presidente do Brasil, não imperador do Brasil, não dono do Brasil", e que por isso tem que respeitar "as liberdades democráticas, a liberdade de manifestação, a de expressão.”

 

O político do PSOL criticou diretamente a declaração do presidente eleito no sábado (28), de que "bandidos vermelhos" iriam "para fora ou para a cadeia". "Tem que respeitar as oposições, e não dizer que vão para a cadeia ou para o exílio. Nós não vamos para cadeia ou para o exílio, vamos para a rua, que é nosso lugar de lutar por direitos e pela democracia”, afirmou.

 

Boulos também disse que a oposição não aceitaria uma reforma da Previdência "que retire aposentadoria do povo", nem a criminalização dos movimentos sociais, como o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) e do  (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), do qual Boulos é um dos líderes. Bolsonaro já disse que todas as "ações" destes dois movimentos devem ser consideradas como "terrorismo".

 

 

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