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Missão: Ser a Entidade mais ética da História do Brasil

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Mtnos Calil

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"Antigamente os cartazes nas ruas com rostos de criminosos oferecia recompensas, hoje em dia pede votos...
E o pior é que o BRASILEIRO dá...

Uma das prioridades máximas da sociedade brasileira é implantar um novo sistema educacional. Para o Brasil se transformar numa nação digna deste nome precisa dar às crianças de todas as classes sociais uma “formação ética”.

 

 

Quanto a nós adultos, precisamos ser reeducados. Mas para isso precisamos de um governo sério que leve à prática um programa de reeducação dos adultos, que logicamente precisa ter outro nome, já que os adultos se sentirão gravemente ofendidos. Um nome alternativo poderia ser o que já está na moda: “educação continuada”

 

No caso dos presidiários uma parte deles são irrecuperáveis, não havendo nada neste mundo que possa reeducá-los. Falta porém uma estatística que informe qual é a porcentagem dos presidiários recuperáveis, inclusive por idade.

As matérias abaixo ilustram bem a contribuição das crianças para o aprendizado dos adultos.

Mtnos Calil

 

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Aluno de 7 anos leva milhares a debaterem o papel dos educadores nas escolas

 

Resposta de criança de apenas 7 anos a exercício escolar provocou debate que mobilizou até ‘guardiões da língua espanhola’

A criança pode não ter entendido a pergunta. Mas muitos dizem que foi o professor quem não entendeu a resposta.

Aos sete anos de idade, uma aluno levou milhares de pessoas a debaterem sobre o papel dos educadores diante dos erros e acertos, fazendo com que até a Real Academia Espanhola (RAE), instituição responsável por determinar a norma culta da língua espanhola, se pronunciasse.

No enunciado em espanhol, o exercício pedia: “Escribe con cifra los siguientes numeros” (que em português poderia ser melhor traduzido como “Escreva em cifras os números seguintes“).

E as respostas da criança foram:

 


• Dez: 11
• Noventa e oito: 99
• Oitenta e um: 82
• Sessenta e seis: 67
• Trinta: 31

 

Ou seja, a criança interpretou “os números seguintes” como os números sucessivos imediatos, em vez da escrita em algarismos dos números escritos por extenso.

O professor, então, desenhou um enorme “X” nas respostas do aluno com uma caneta vermelha.

Este simples exercício e sua correção deram origem a uma ampla controvérsia.

Quem não entendeu bem?

Tudo começou quando o pai da criança publicou no Twitter o exercício matemático em que o filho teria “falhado”.

Aqui está um exercício de matemática do meu filho (7 anos). Penso que quem não o entendeu bem foi o professor“, escreveu Ignacio Bárcena, na terça-feira.

Em menos de 48 horas, o tuíte foi compartilhado mais de 53 mil vezes.

A controvérsia se deu em torno da interpretação que fez o menino do enunciado.

O enorme “X” marcado pelo professor não deixa dúvida que, para ele, a resposta estava errada. Mas muitas pessoas que se juntaram ao debate acreditam que o que o pequeno fez, no mínimo, não pode ser considerado incorreto.

Aquí va un ejercicio de mates de mi hijo (7 años). Yo creo que quien no lo ha entendido bien es el profe.@RaquelMartos pic.twitter.com/ilnYYKw0Zv

— Ignacio Bárcena (@nachobbb) 17 de outubro de 2017

Vários argumentaram que uma criança de 7 anos não tem muito domínio da gramática e não consegue diferenciar o uso de uma mesma palavra em diferentes contextos.

A criança entendeu de uma maneira literal, mas acho que ele tem habilidades matemáticas e esse horrível X vermelho pode frustrá-lo. O professor é quem não age de forma pedagógica. Que pena“, escreveu uma internauta no Twitter.

Campanella e a RAE tomam partido

A controvérsia chegou a tal ponto que chamou a atenção de Juan José Campanella, vencedor do Oscar com o filme “O segredo dos seus olhos“.

O cineasta saiu em defesa do pequeno.

Ele é um gênio, o seu filho. Ele literalmente escreveu números ‘seguintes‘”, escreveu em resposta ao tuíte de Bárcena.

Es un genio tu hijo. Escribió literalmente los números “siguientes”, jaja.

— Juan José Campanella (@juancampanella) 19 de outubro de 2017

Outros internautas, no entanto, insinuaram que a intenção do aluno e de seu pai era zombar do professor ou provocar um escândalo contra ele nas redes sociais.

Alguns chegaram até a dizer que a criança tinha problemas de assimilação.

E, é claro, não demorou para que os internautas chamassem a Real Academia Espanhola (RAE) para o debate.
A entidade não perdeu tempo.

Tal como está redigido no exercício, a interpretação natural é que os números listados sejam escritos em cifras“, afirmou a academia, destacando que sua posição foi tomada “de uma perspectiva puramente linguística“.

@lavecinarubia y @RAEinforma ¿dariais por buena la respuesta del niño? ⯑yo lo escribiria de otra forma pero no podria darlo por malo

— Mamá Croqueta (@ArrietartOp) 18 de outubro de 2017

Mas a controvérsia só aumentou, porque os usuários passaram a pedir “mais empatia” à entidade.

Afinal, eles disseram, o menino tem apenas 7 anos e é muito possível que ele não tenha ideia do que significa uma “perspectiva puramente linguística“.

sendo devorado por uma jiboia – cena vista pelos adultos como um chapéu.

No meio da discussão, alguns usuários do Twitter ficaram surpresos com a lógica da resposta da criança.“Demorou para que eu entendesse. É impressionante o pensamento tão divergente que ele tem“, escreveu um internauta.

Entre as milhares de reações, a resposta do menino de 7 anos lembrou um usuário de um certo desenho infantil de um elefante Esse é o célebre começo da obra “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry.

BBC

https://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/10/aluno-debaterem-papel-dos-educadores-nas-escolas.html

 

 

Lições que os filhos ensinam aos pais

 

Depois que me tornei mãe realmente muita coisa mudou. Não somente as responsabilidades e as noites mal dormidas, mas internamente as coisas mudaram: a forma de pensar, o modo como vejo o mundo e me relaciono com as pessoas definitivamente não é mais o mesmo. Desde um olhar mais sereno, um sorriso largo até a paciência que antes não existia e por aí vai.

Tenho certeza que não falo só por mim. É muito natural que os filhos mudem a maneira como a nossa vida é conduzida. Primeiro a notícia da gravidez, o acompanhamento da gestação e a paciente espera pelo nascimento. Nesses longos nove meses a gente aprende que o tempo não é mais nosso e que o “controle” da vida não está nas nossas mãos.

Depois de ler um texto da nossa colunista Betânia, no qual ela compartilhava uma situação com a filha dela que está aprendendo a andar, parei para refletir e percebi quantas coisas a minha filha me ensina diariamente e eu não dou o devido valor, como se a única a ensinar algo fosse eu. Grande engano!

Os filhos mudam nossa vida radicalmente e só quem convive com uma criança sabe o quanto eles nos ensinam diariamente e é sobre isso que eu quero falar. As lições que podemos aprender não somente sobre Empreendedorismo, mas principalmente sobre a vida! Pensando nisso fiz uma breve lista com características que as crianças possuem e que para mim são verdadeiras inspirações diárias que muitas vezes passam despercebidos:

 

          PERSEVERANÇA: Perseverar é persistir, permanecer, continuar.

Já percebeu como as crianças não desistem! Muitas vezes são vistas como desobedientes ou teimosas, mas na maioria dos casos é uma característica do Ser curioso que são. Característica do simples fato de serem crianças.  Ás vezes eu me pego admirando a Lis pela persistência dela. Se ela está tentando encaixar uma peça, persiste até conseguir e ainda pede um parabéns no final. Nos nossos desafios diários como mãe, mulher ou empreendedora deixamos escapar muitos sonhos, porque não conseguimos perseverar em nossas metas, mas não tenha dúvidas que valerá a pena continuar e permanecer nos seus objetivos de vida.

·         FACILIDADE PARA APRENDER: Brincamos que as crianças são como uma esponja absorvendo tudo o que acontece ao redor delas. Basta uma vez para aprenderem algo novo. Essa incrível capacidade não se reflete em muitas de nós. Pensamos que não há necessidade de aprimorar nossas habilidades e nem aprender coisas novas. Criamos barreiras e inúmeros empecilhos para continuar aprendendo. O Empreender Mulher é uma ferramente maravilhosa que está aí para nos ajudar e capacitar. Não perca a oportunidade de trocas experiências e aprender com quem tem muito a nos ensinar.

              FOCO NO MOMENTO: Crianças não atropelam momentos. Crianças aproveitam os momentos. Eles concentram toda a sua força em uma determinada situação. Se estiverem envolvidos com um brinquedo,  ficam ali e gastam toda a sua energia naquela atividade. Muito diferente de nós adultos que fazemos mil coisas ao mesmo tempo. Vivemos o hoje, mas não paramos de pensar no amanhã. Planejar o futuro é preciso sim, mas viver o agora é primordial. Afinal de contas, um dia teremos apenas as lembranças e como você quer que elas sejam: Planejamentos e mais planejamentos ou Aproveitando Momentos?

              MELHORAM DIA A DIA: Em quantas coisas seu filho já se aprimorou desde que nasceu? Inúmeras! Firmar o pescoço, virar de bruços, engatinhar, andar, falar e por aí vai. Dia após dia eles nos surpreendem com algo novo, não é mesmo? E como nós estamos? Quantas de nós estagnamos na vida: sem sonhos, sem projetos, sem desejo de mudança? Não pensamos ou não queremos mudança, sejam elas profissionais ou pessoais. Melhorar dia a dia é preciso. Dê á você a oportunidade de ser melhor hoje.

             NÃO TÊM MEDO: O medo do fracasso paralisa muitas de nós. Ficamos com medo de experimentar, tentar, errar e só acumular frustrações. Muitas mulheres estão descontentes e incomodadas com a situação que vive, mas em contra partida não têm coragem de sair da zona de conforto e arriscar um pouco mais. As crianças são incríveis, corajosas e adoram explorar o novo. Não se importam em se sujar, manchar a roupa, tentar algo diferente, cair, levantar e cair novamente. Vamos aprender com nossos filhos que o erro pode não ser  algo tão ruim assim. Passe a ver as situações de frustração com olhar um pouco mais positivo. Que tal trocar a expressão “acúmulo de fracasso” por “acúmulo de experiências e conhecimentos?”

            PERDÃO: Nada abala os laços afetivos de uma criança, seja na relação entre pai e mãe, irmãos ou amigos. Eles superam suas maiores frustrações para serem felizes brincando. Um choro aqui, uma birra acolá, uma distração e pronto: tudo resolvido e a paz volta a reinar. Nós adultos somos completamente o oposto: choramos, brigamos, ficamos chateados e remoemos a ofensa. Os dias passam, a vida passa e o perdão fica cada vez mais distante. Olhe para o seu filho e veja como ele é feliz perdoando. Será que não seremos igualmente felizes se perdoarmos um pouco mais?

Crianças têm vida dentro de si! Uma forma simples e alegre de viver a vida. Crianças sonham e sonham alto. São puras e ingênuas, mas também são fortes! Olhe para dentro da sua casa e perceba quantas lições valiosas nossos filhos tentam nos ensinar diariamente e por tantas vezes são desperdiçadas.

Aprenda com eles  porque eles é que são os verdadeiros mestres!

Compartilhe com a gente o que você mais tem aprendido com seus filhos!

Um super beijo e até a próxima!

 

http://www.empreendermulher.com/empreendedorismo-feminino/licoes-que-os-filhos-ensinam-aos-pais/

 

 

 

14 LIÇÕES QUE OS FILHOS ENSINAM AOS PAIS

 

«Colocar limites na própria vida é coisa de adultos. As crianças olham para o mundo com esperança, não pensam em limitações. Acreditam que podem tudo. Voar, transformar-se em super-heróis, ficar invisíveis ou serem princesas. Os brinquedos não são só brinquedos, é como se tivessem vida, e elas brincam como se a aventura que imaginam fosse real e nunca se frustram porque não deixam de acreditar, mesmo após um primeiro fracasso», descreve Isabel Carrilho, psicóloga clínica.

A resposta é dada depois de lhe perguntarmos o que temos a aprender (ou a recordar) com os mais pequenos, de tão importante para a nossa saúde, felicidade e equilíbrio emocional. Como pô-lo em prática? «Fazendo uma retrospetiva da vida, pensando na infância e sentindo a facilidade com que sonhávamos naquele tempo. O grande desafio é despirmo-nos por dentro e darmo-nos a conhecer aos outros», refere.

Há fortes motivações para isso. «As emoções positivas promovem a busca de novas oportunidades, promovem o sucesso, reforçam o sistema imunitário evitando somatizações, protegem o coração, potenciando uma vida mais longa e mais saudável, do ponto de vista físico e psicológico», assegura a especialista. Vamos a isso. Estas são sete das lições que pode aprender com os mais pequenos:

 

1. Simplificar

A prescrição de Mário Cordeiro, pediatra, para adultos é simples. Sejamos mais livres, menos sérios. As crianças saudáveis são divertidas e são-no umas com as outras. «Se as observarmos e as contemplarmos, ensinam-nos que o amor é oblativo, ou seja, não deve cobrar, ser alvo de chantagem ou de moeda de troca. Podemos mudar interiormente se aprendermos a valorizar o que temos e a descobrir os encantamentos das crianças», adverte o especialista.

«Nós que, tantas vezes (e transmitimos-lhes depois isso ), acabamos por nunca estar satisfeitos com nada, desperdiçando o tempo e as coisas que temos a pensar nas que não temos», refere. «Se formos mais simples e menos ardilosos, talvez vivamos mais livremente e melhor a nossa idade. Se fizéssemos isto seríamos mais felizes, mais endorfínicos, teríamos menos stresse, o que ajudaria muito à nossa saúde», acrescenta ainda.

 

2. Focar-se no momento

Eduardo Sá, psicólogo clínico infantil, fala-nos da importância de estar aqui e agora e de saber aproveitar o que temos. Conta o especialista que qualquer criança estruturada faz isto sem problemas. Não pensa no que passou, no que aí vem e está inteira no momento. Seja nas aulas, a brincar ou em actividades extra-curriculares… E se uma criança se preocupa demasiado com o futuro é sinal de alerta para os progenitores, talvez esteja com demasiada responsabilidade e a viver situações impróprias para a sua idade.

«Receio que, a haver défices de atenção, os adultos sejam um caso muito mais grave que as próprias crianças. Porque eles vivem atropelados por compromissos, hierarquias de prioridades fora do lugar e por uma vertigem de solicitações que os fazem baralhar o indispensável e o supérfluo. Sendo assim, os adultos podem aprender com as crianças que ninguém é feliz sozinho e que ninguém cresce sozinho. E, já agora, que a ingenuidade não representa uma posição mais ou menos elementar diante da vida, mas que resulta da sabedoria», refere ainda.

3. Melhorar diariamente

 

«As crianças ensinam muito, mas o amor é talvez o sentimento que os adultos mais aprendem com elas», não tem dúvidas Carla Marques, psicóloga clínica infantil. «Muitos adultos que se caracterizavam por serem pouco sensíveis, preguiçosos, egocêntricos, pouco disciplinados consigo e com a vida, após serem pais ou se dedicarem a uma criança, transformam-se», tem constatado ao longo da sua experiência.

«Assumem estilos de vida mais saudáveis, adquirem novos hábitos e passam a respeitar e a pôr em prática regras básicas e necessárias na vida. As crianças ensinam-nos a melhorar diariamente as nossas atitudes. Sobretudo porque funcionam como um espelho onde revemos os nossos valores e a nossa forma de estar na vida», acrescenta ainda.

4. Sonhar sem condições

 

«Um dos maiores ensinamentos que podemos usufruir do contacto direto com as crianças é a sua capacidade de sonhar. «Eu quero ser astronauta», «Eu quero ser bombeiro»… Este sonho é incondicional, não lhe interessa se é bem remunerado, se tem saídas profissionais, se é bem aceite pela sociedade. Simplesmente é o sonho pelo sonho. Este é a base do processo criativo da criança. Para ela não há limites, não há barreiras», lembra Nuno Oliveira, homeopata que costuma acompanhar crianças. «Têm uma capacidade de simplificação de problemas surpreendente», refere.

«Sonhar não é uma capacidade exclusiva das crianças. Em qualquer idade podemos ter sonhos, mas para isso temos de nos desligar dos medos, das inseguranças, da baixa autoestima, da opinião dos outros. Temos de ser nós próprios, genuínos. As emoções têm um peso enorme no aparecimento de doenças crónicas. Um ser humano sem sonhos, sem objetivos, condicionado pelos medos e pelo fazer parecer, é um ser humano condenado à infelicidade. Desistir de sonhar, é desistir de viver», refere ainda.

5. Aprender a perdoar

 

Ana Filipa Diogo, educadora de infância, sente-se privilegiada por conviver e educar crianças. «O mais fantástico deste processo é o que aprendo com cada uma delas. Poderia referir dezenas de ensinamentos, mas tendo de escolher um destaco o aprender a perdoar. Foram inúmeras as vezes que me deparei com zangas entre os pequenos e observei a forma como as solucionavam», refere.

«Por mais forte que fosse o motivo, nada abalava os sentimentos positivos, os laços afetivos e a relação de amizade. As pazes e a resolução dos problemas eram quase sempre fáceis de acontecer pois rapidamente faziam da zanga um momento quase palerma perante a vontade de brincarem um com o outro. Nós, adultos, temos mais dificuldade em perdoar, em esquecer, em sarar feridas», realça Ana Filipa Diogo.

6. Não ter medo de errar

 

Maria do Carmo Oliveira, coach, mestre em psicologia e membro da equipa do Clube do Otimismo, lembra como a educação vai inibindo algumas características importantes. «É frequente vermos uma criança desmontar um brinquedo para ver como funciona, ligar o computador e explorá-lo sem medo de o estragar, fazer experiências com cores e materiais. Já a maioria dos adultos perde essa capacidade de explorar. O medo do fracasso leva a que muitos adultos permaneçam descontentes durante anos, agarrados a hábitos antigos, não ousando experimentar algo», diz.

«Não ousam, por exemplo, fazer um currículo diferente, apresentar uma nova ideia no trabalho, iniciar um novo negócio ou até uma relação amorosa. O receio de tomarem a decisão errada fá-las manterem-se na sua zona de conforto e não ousarem fazer algo novo muito mais gratificante. Com as crianças precisamos de reaprender a, sempre que erramos, pensar que está tudo bem e, como adultos, aprendemos a racionalizar o erro e pensar que foi uma experiência importante que nos fez ficar mais perto do objetivo que pretendemos alcançar», refere ainda.

 

Outras lições para serem levadas a sério:

 

- Demonstrar sentimentos

Dizer o que pensamos, não fazer o que não nos apetece e sermos nós e genuínos, sem perder o respeito pelo outro.

 

- Ter tempo para nós

Estar atento aos sinais, perceber quais são realmente as nossas prioridades e não esquecer que a vida não é eterna.

 

- Não se preocupar com os que os outros pensam

Vestir o que gostamos, ter opiniões e seguir o nosso caminho e não o dos outros.

 

 

https://fraternitasmovimento.blogspot.com.br/2015/02/14-licoes-que-os-filhos-ensinam-aos-pais.html

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