Calma meus amigos que não toleram mais a existência do PT... Muita calma. Não me mandem para o espaço por favor.

Essa psicanálise social não vai fazer mal a ninguém. Nada de pessoal será analisado. As eventuais causas infantis e freudianas deste transtorno não serão consideradas.

Nenhum eventual transtorno narcísico de personalidade será considerado.

A psicanálise social não existe como disciplina autônoma. Quando raramente alguém faz uso da expressão é no sentido de trazer a psicanálise para o social, ou seja – torná-la mais conhecida ou acessível ao público em geral. A psicanálise social tem para mim o seguinte significado:

Enquanto a psicanálise individual trata de dificuldades ou transtornos emocionais, em geral adquiridos na infância no relacionamento entre pais e filhos, a psicanálise social trata apenas dos transtornos sociais. O que seria um “transtorno social”? Todos os problemas sociais se inserem na categoria dos transtornos que podem ser objeto de uma psicanálise social. Por exemplo, o trânsito nas grandes cidades não é qualificado como “loucura” na linguagem popular? Ocorre que às vezes a linguagem popular coincide com a linguagem culta. É claro que o trânsito de uma cidade como São Paulo onde as pessoas são transportadas como sardinha em lata é uma loucura social. O termo técnico que eu criei para designar essa loucura é “esquizofrenia social”, que por uma feliz coincidência, já havia sido adotado por uma ilustre doutora em psicologia, Elza Pádua, autora de um livro que é uma autêntica inovação mundial , e que foi alvo de uma “censura oculta”. Poucos exemplares foram editados e o livro está esgotado. Tudo indica que a autora foi pressionada para fechar o bico.

Mas, para o “alívio geral da Nação” eu não vou fechar o bico não... Pelo contrário, vou “botar a boca no trombone” e mostrar, por exemplo, como o inconsciente dos telespectadores é manipulado pela Rede Globo – e também pela Bandeirantes, que com o Datena à frente, estimula o que há de mais perverso no ser humano que é atração pela violência e crueldade. Podemos inclusive falar em “sadismo social” que se expressa na simples e passiva audiência dos programas de televisão que servem também para ensinar os delinquentes na prática dos próprios crimes que a mídia denuncia. Ao mesmo tempo que denuncia promove, ao mesmo tempo que condena, ensina. Tudo em nome da “democracia”. Democracia para quem? Liberdade para o que? Isso não importa.

O que importa é ganhar dinheiro com os anunciantes que via de regra só querem saber se a audiência está proporcionando os resultados esperados ou não. Mesmo assim, grande parte das verbas publicitárias são puro desperdício, o que para a humanidade não tem nenhuma relevância, pois o que desperdiçamos de comida seria suficiente para acabar com a fome e a sub-nutrição de um bilhão de pessoas (repito: um BILHÃO de pessoas). Como quem paga a publicidade é o consumidor, embora ele não saiba disso (o custo da propaganda está embutido no preço final do produto), pouco importa a muitos anunciantes se as agências e a Rede Globo estão ou não torrando uma parte de suas receitas. Mas até para muitos anunciantes seria um bom negócio não jogar dinheiro fora em propaganda, pois no mínimo teriam uma redução de suas despesas inúteis.

No que consistiria então a psicanálise dos anti-petistas genéticos?

 Bem, antes de abordarmos a estratégia da cura desta enfermidade político-ideológica, vamos precisar elaborar um bom diagnóstico, o que exigiria inclusive uma pesquisa psicológica em profundidade com uma boa amostragem dos afetados por essa pandemia tupiniquim. Como não dispomos de recursos para fazer essa pesquisa, pois sequer para combater a corrupção dispomos de recursos, vamos SIMULAR alguns resultados, o que nos permitirá, pelo menos configurar algumas hipóteses fundamentadas cientificamente.

Epa... o que foi escrito até aqui  não parece  constituir uma defesa subreptícia do PT?

Como defender o PT significa defender a sua elite dirigente e corrompida, seja você um anti-petista racional ou genético, pode ficar tranquilo, pois até o nosso inconsciente já foi investigado para evitar toda e qualquer manifestação do auto-engano que vitima tanto os petistas honestos como os anti-petistas genéticos.

Antes de simular a pesquisa psicológica do inconsciente dos nossos “pacientes sócio-políticos” vamos ter que definir o que significa  ser “anti-petista genético”, seguindo as regras cruelmente rigorosas do sistema LPC – Lógica e precisão na comunicação. Essa lógica é abominada tanto pelos filósofos que se atribuem uma liberdade de pensamento que transcende a racionalidade do próprio pensamento, como também pelos políticos, que sequer podem falar a verdade  ( quando esta é de seu conhecimento), pois se o fizessem, a política perderia completamente a sua condição de simulacro que foi institucionalizado na Grécia Antiga, onde a suposta democracia vigente considerava normal a maior parte da população ser constituída por escravos. Até para Aristóteles essa escravidão era uma coisa normal. Será que ele acreditava mesmo nessa normalidade? Estava enganando a sua plateia ou a si mesmo?

Mtnos Calil

Ps1. Embora estejamos ainda na introdução do assunto, você pode esbravejar à vontade. Peço apenas que não me mande para aquele lugar.

Ps2. A confusão do petismo já atingiu o patamar da esquizofrenia política, pois a Presidência da República está divergindo frontalmente do manda-chuva (se pelo menos chuva ele nos mandasse, seria bom né?) do PT (a quem ela deve INTEGRALMENTE  o posto que ocupa pela 2ª. vez) – v. abaixo matéria publicada no Estadão deste domingo – 18/10/2015

Ps3. Parece que a monarquia sueca também considera a corrupção uma coisa normal já que recebeu a D.Dilma com essa indisfarçável satisfação revelada na foto abaixo. Só mesmo os ingênuos para julgar que os reis são mais interessados na ética do que os republicanos. Esse é outro tema que mereceria uma pesquisa da psicanálise social – de cada 100 cidadãos quantos não são politicamente ingênuos? Um ou menos de um?

Ps4. Defim Netto considera a D.Dilma portadora de um padrão de honestidade exemplar. Apenas ele não teve a coragem de neste julgamento, fazer uso da palavra “ética”. Ele afirma, com toda a convicção aparente que ela é corretíssima ou ipsis verbis, assim: “Dilma é absolutamente correta, honesta”. Bem, como nos ensinou o filósofo e psiquiatra argentino Jose Ingenieros, a ética está bem acima da honestidade. Mas além de ingnorar a diferença entre honestidade e ética, o mesmo Delfim pouco tempo depois de ter feito essa declaração estranha no Canal Livre da Band,  afirmou, também ipsis verbis: “A Dilma é simplesmente uma trapalhona”. Será que essa trapalhada delfinesca é produto de um transtorno cerebral? Afinal quase todos nós estamos sujeitos, com o avançar da idade, a este tipo de trapalhada.

Assim sendo não podemos ter a pretensão de esperar que a dupla  de amigos 2 D -  Delfim-Dilma tenha um elevado padrão ético. Ética na política? Só mesmo para alimentar manchetes dos jornais e também a ilusão de seus leitores.

Dilma diverge do PT e diz que Levy fica no Ministério da Fazenda

ANDREI NETTO, ENVIADO ESPECIAL - O ESTADO DE S. PAULO

18 Outubro 2015 | 13h 09

Presidente demonstrou impaciência com perguntas sobre a reunião de sexta-feira, em Brasília, que ampliou rumores sobre demissão do ministro; opinião do PT e do governo sobre o tema são divergentes

Em Estocolmo, Dilma conheceu o rei e a rainha da Suécia, Carl Gustaf e Silva neste domingo

ESTOCOLMO - A presidente Dilma Rousseff afirmou na tarde deste domingo, 18, em Estocolmo, na Suécia, que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não está saindo do governo. A garantia enfática foi feita em sua primeira entrevista concedida após a reunião realizada na sexta-feira, em Brasília, quando cresceram os rumores sobre a suposta iminente saída de Levy.

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Irritada com as perguntas, Dilma quis colocar um ponto final nas questões sobre o tema. "Ele (Levy) não está saindo do governo. Ponto. Eu não trato mais desse assunto", afirmou. "Qualquer coisa além disso está ficando especulativo. Vocês não farão especulação a respeito do ministro da Fazenda comigo."

Em Estocolmo, Dilma conheceu o rei e a rainha da Suécia, Carl Gustaf e Silva neste domingo

Indagada sobre se concordava com a avaliação feita pelo presidente do PT, Rui Falcão, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo afirmou que ou Levy muda sua política econômica, ou deve sair do governo, a presidente deixou clara sua divergência com seu partido, o maior da base de sustentação do governo. "O presidente do PT pode ter a opinião que ele quiser. Mas não é a opinião do governo", disse Dilma. "Se eu disse que não é a opinião do governo, o ministro Levy fica."

A presidente reiterou ainda que não discutiu a eventual demissão na reunião realizada na sexta-feira, em Brasília, com Levy, o chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, e o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. "O que nós conversamos na sexta-feira foi sobre quais são os próximos passos e qual é a nossa estratégia no sentido de que se aprovem as principais medidas sobre o equilíbrio fiscal", reafirmou, assegurando que "não se tocou no assunto" demissão.

Dilma disse ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não solicitou a substituição do ministro. O nome do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, seria o seu favorito. "Ele nunca me pediu nada (a respeito). O presidente Lula, quando quer alguma coisa, não tem o menor constrangimento de falar comigo."

Demonstrando impaciência, a presidente ainda voltou a criticar as "especulações" em torno da saída do ministro. "As pessoas que estão no meu ministério hoje, eu espero que vão até o final do meu mandato. É essa a visão geral", argumentou. "O resto é tentativa errada de especulação, porque cria instabilidade, cria tumulto."

Em Estocolmo, Dilma conheceu o rei e a rainha da Suécia, Carl Gustaf e Silva neste domingo