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Mtnos Calil

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NO BRASIL, um ascensorista da Câmara Federal, ganha mais para servir os elevadores da Casa, do que um Oficial da Força Aérea, que pilota um Mirage.

 

Nota da redação: esta homolagação e mais algumas novas delações que estão por vir através do mega empresário Eiki Batista vão desmoralizar por completo o sistema político vigente no Brasil, o que corrobora a declaração de alguns meses atrás feita por Sergio Moro sobre o futuro incerto do país.  Na verdade, e isso ele não disse, é que só existe uma solução verdadeira para a crise politica reinante no Brasil, que é uma profunda e radical reforma do sistema politico. O mesmo pensamento se aplica à crise econômica para cuja solução as reformas do Governo Temer são meros paliativos que agravam ainda mais o estado de penúria de milhões de brasileiros. 

 

Ministra Cármen Lúcia

Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa

 

BRASÍLIA - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as delações dos executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht na Operação Lava Jato. Ela, no entanto, decidiu manter o sigilo do processo e o conteúdo dos depoimentos ainda não pode ser tornado público.

 

 

Conforme publicado pelo Estado no sábado, 28, a expectativa no Supremo e no Palácio do Planalto era de que as delações fossem homologadas pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, entre esta segunda-feira, 30, e terça-feira, 31, já que os juízes auxiliares da equipe do ministro Teori Zavascki, morto no dia 19, encerraram na sexta-feira, 27, as audiências com os 77 delatores da empreiteira. Esse é o último passo antes da confirmação dos acordos firmados por executivos e ex-executivos com o Ministério Público Federal. 

 
A decisão de Cármen põe fim a uma série de especulações sobre a velocidade da continuidade da tramitação da Lava Jato, geradas com a morte de Teori. A presidente do STF homologou as delações uma semana após autorizar a equipe de juízes auxiliares de Teoria Zavascki a continuar as audiências necessárias para a confirmação de cada um dos 77 acordos.
 

Cármen esteve no final de semana trabalhando no STF em contato com o juiz Márcio Schiefler, braço direito de Teori na condução da Lava Jato na Corte.

 

Para que o conteúdo das delações seja tornado público, é preciso um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). 

 
 
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