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No Brasil, um Assessor de 3º nível de um Deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou mero estafeta de correspondências, ganha mais que um Cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo e a sua vida, buscando curas e vacinas para salvar vidas.

O MURO DE TRUMP - Contra imigrantes e drogas, republicano quer erguer barreira na fronteira com o México

 

Em outro decreto, presidente americano endurece a repressão a imigrantes ilegais

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou decreto nesta quarta (25) determinando a construção de um muro na fronteira com o México para impedir a entrada de imigrantes ilegais, uma de suas principais promessas de campanha. Segundo Trump, as obras começarão dentro de alguns meses.

 

Trump afirmou que inicialmente o muro será financiado pelo contribuinte americano, mas que posteriormente o México pagará pelo projeto, outra de suas promessas de campanha. O governo mexicano já reiterou que não assumirá os custos do muro, que podem chegar a até US$ 40 bilhões para cobrir os 3,2 mil quilômetros de extensão da fronteira.

 

Em entrevista à rede ABC, Trump disse que a construção terá início assim que for "fisicamente" possível. "Eu diria que em meses", estimou. "Certamente o planejamento começa imediatamente."

 

O presidente não explicou como o México pagará pelo muro, negando que ele colocará os países vizinhos em rota de colisão. "Haverá um pagamento, talvez de uma forma complicada. O que estou fazendo é bom para os EUA. Também será bom para o México. Queremos ter um México muito estável e sólido", disse na entrevista.

 

O presidente assinou nesta quarta outro decreto destinado a aumentar a repressão aos imigrantes legais, tendo como alvo as chamadas "cidades santuário", em que eles são protegidos de deportação. A ordem é aumentar o número de centros de detenção e cortar os recursos federais a essas cidades, a maioria governada pela oposição democrata.

 

"O povo americano não vai mais ser forçado a subsidiar esse descaso com nossas leis", disse o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.

 

Os dois decretos foram assinados durante uma visita do presidente ao departamento de Segurança Interna.

 

Nos próximos dias o presidente deve tomar mais medidas de restrição à imigração que afirma serem necessárias para aumentar a segurança do país. Entre elas, decretos para limitar a entrada de refugiados e bloquear a emissão de vistos a pessoas de vários países de maioria muçulmana, incluindo Síria, Sudão, Somália, Iraque, Irã, Líbia e Iêmen.

 

 

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