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Trump - CIA

 

Em visita à sede da Agência de Inteligência Americana, novo presidente americano tenta reconciliação após meses de tensão

 

WASHINGTON - Um dia após sua posse, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tentou neste sábado, 21, estabelecer uma reconciliação com a CIA (Agência Central de Inteligência), ao realizar uma visita à sua sede. No local, assegurou a seus empregados que estava "ao seu lado". "Estou com vocês, 1.000%", disse Trump. "Amo e respeito vocês", insistiu. 

 

Trump discursou para cerca de 400 funcionários da agência de inteligência, em um gesto pensado para apaziguar e deixar para trás uma série de comentários críticos dirigidos à inteligência norte-americana durante a campanha presidencial e nas semanas que antecederam a posse, quando as autoridades afirmaram haver evidências de que a Rússia interferiu nas eleições para ajudá-lo. Trump chegou a acusar membros da CIA de vazar o dossiê que acusava, sem trazer grandes provas, a Rússia de coletar dados financeiros e pessoais "reveladores" sobre Trump.

 

Em seu discurso, Trump negou o embate com a comunidade de inteligência, afirmando que o que aconteceu foi o "exato oposto". Ele culpou a mídia por criar esta impressão, ainda que muitas críticas tenham sido feitas diretamente pelo próprio republicano. "Não há ninguém que se sinta mais seguro com a comunidade de inteligência e a CIA do que Donald Trump", afirmou.

 

O presidente também criticou a cobertura da imprensa sobre a cerimônia de posse, que teria agido para dar a impressão de que menos pessoas compareceram ao evento.

 

Mais cedo no sábado, Trump encerrou o terceiro dia de celebrações da posse comparecendo a uma missa feita tradicionalmente em honra ao novo presidente. Ele, sua esposa Melania e o vice, Mike Pence com sua esposa, Karen, estavam na primeira fileira da Catedral Nacional de Washington nesta manhã.

 

A cerimônia aconteceu em meio a grandes manifestações contra o presidente tanto na capital dos EUA quanto em outras cidades do país e do mundo. Segundo autoridades, a Marcha das Mulheres pode ter atraído mais de meio milhão de pessoas, o dobro da expectativa dos organizadores e também um número maior do que o do dia da posse, segundo estimativas do serviço de transporte. / AP

 

O Estado de S. Paulo

21 Janeiro 2017 | 19h01

 

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