Nota da redação: essas relações são modestas e nem mereceriam o qualificativo de “intimas”. Por exemplo, o corregedor do TST ( não confundir com MTST – movimento dos trabalhadores sem teto) recebeu apenas R$161,8 mil em 30 meses, o que dá uma média mensal de apenas R$ 5.393,33, o que é, convenhamos, uma mixaria.

E outra coisa muito importante é que esta caixinha do Bradesco tem o fim meritório de patrocinar palestras de elevado padrão, contribuindo assim para a elevação do nivel cultural de nossa sociedade. E aqueles que julgam que este procedimento não é ético, devem ser informados que a lei está acima da ética, pela simples razão de que a ética depende do juízo de cada um, enquanto que a lei é para todos, e segundo dizem, ela seria também igual para todos.  Se o Bradesco está agindo dentro da lei, pode financiar palestras para quem quiser. O fato deste e outros bancos cobrarem as taxas de juros mais altas do planeta também é perfeitamente legal. E tenha em mente que BRA é de Brasil e Bradesco, como quer a imaginação criativa do publicitário mais famoso do Brasil Washington Olivetto. Essa criatividade tem toda a lógica porque o Bradesco é um dos governantes ocultos do Brasil. Que o diga o nosso Ministro Banqueiro Levy. Ocultos, pero no mucho.

Banco paga palestras de juízes do trabalho que julgam seus processos

Quatro ministros do TST (Tribunal Superior do Trabalho) receberam pagamentos do Bradesco para proferir palestras no banco desde 2013, mas não se declaram impedidos de julgar processos que têm o banco como parte.