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NO BRASIL, um ascensorista da Câmara Federal, ganha mais para servir os elevadores da Casa, do que um Oficial da Força Aérea, que pilota um Mirage.

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Presidente recua e já admite abrir mão de plebiscito

Nota do Indignado: bastou uma pressãosinha do "parlamento" para Dilma começar a ceder. Portanto não esperemos por qualquer mudança significativa no segundo mandato em comparação com o primeiro. Mas quem votou em Dilma, imagino eu não esperava por mudanças. Ou estou enganado?

Após proposta receber críticas até de aliados, Dilma e seu líder na Câmara falam na opção do referendo, defendida pelo PMDB

BRASÍLIA - Um dia depois de aliados rechaçarem a ideia de um plebiscito para a reforma política, Dilma Rousseff e o líder do governo na Câmara dos Deputado, o petista Henrique Fontana (RS), já admitem recuar da proposta, feita pela presidente em seu discurso da vitória no domingo passado.

À tarde, Fontana afirmou que a reforma não necessariamente precisará ser precedida por um plebiscito popular. “Temos diversas alternativas. O importante é que ela seja votada pelo Parlamento”, disse o petista, que foi relator de uma proposta que tramitou no Legislativo. À noite, em entrevista à TV Bandeirantes, Dilma afirmou que a reforma poderá ser feita tanto por plebiscito quanto por referendo. “Não interessa muito se é plebiscito ou referendo. Mas não é possível supor que a sociedade e a população vão ficar alheias a esse processo”, disse.

RICARDO DELLA COLETTA, RAFAEL MORAES MOURA E DIDA SAMPAIO - O ESTADO DE S. PAULO

28 Outubro 2014 | 21h 32

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