IMLB - Instituto Mãos Limpas Brasil

Missão: Ser a Entidade mais ética da História do Brasil

Diretor de Redação

Mtnos Calil

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No Brasil, um Assessor de 3º nível de um Deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou mero estafeta de correspondências, ganha mais que um Cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo e a sua vida, buscando curas e vacinas para salvar vidas.

Fazendo uma analogia com a corrida de fórmula 1, o jornalista  diz que Temer "engasgou na saída e mostrou um governo acuado". Foi mais longe e disse que Temer estava zonzo quando minimizou e menosprezou os protestos contra seu governo.

Até aí tudo em ordem. Temer, na verdade, já está condenado a fazer um governo medíocre. Sempre foi um politico voltado para as articulações do toma lá dá cá não tendo competência alguma para administrar a "coisa pública". Fala-se que o principal desafio de Temer é a economia. Mas quem cuida dessa área é o Meirelles. Quanto às reformas, elas serão fruto de discussões e divergências que serão resolvidas no Congresso

A trapalhada do jornalista ocorreu quando ele quis facilitar as coisas para o mau piloto da fórmula 1, dizendo que ele pode recuperar facilmente as posições perdidas. Só faltou dizer que Temer poderá chegar em primeiro lugar na corrida:

"Dá para recuperar fácil as posições perdidas, mas ficou a sensação de que dormiram no volante"

Assim o jornalista corre o risco de cair do muro onde se instalou com tais rasgadas ambiguidades. 

Mtnos Calil - 

Sistema LPC – Lógica e Precisão na Comunicação, um antídodo contra todas as formas de ambiguidade, inclusive as que ferem a ética, visto que rigor ético exige precisão linguística. 

Temer e a partida em falso na largada

Valdo Cruz - 12/09/2016 - FSP

BRASÍLIA - Se fosse uma corrida de Fórmula 1, diria que Michel Temer fez uma largada em falso. Seu carro patinou logo na primeira semana em que se tornou presidente definitivo do país. Engasgou na saída e mostrou um governo acuado.

expectativa era exatamente outra. Temer foi para a China, recebeu apoios importantes lá fora de colegas de outros países e promessas de investimentos. Quando voltou, porém, caiu na realidade. Vaias, gritos de "Fora, Temer" e uma série de obstáculos complicados pela frente.

Um tanto quanto zonzo, o governo Temer, inclusive o próprio presidente, deu para minimizar e menosprezar os protestos. Um erro, admitido logo em seguida por sua equipe, para evitar engrossar o coro dos insatisfeitos com a nova gestão.

O fato é que se havia o "Fora, Dilma", não há o "Fica, Temer". Havia uma mobilização para cassar o mandato da petista. Não existe um movimento de rua pedindo apoio para o mandato do peemedebista.

Michel Temer terá de se afirmar como presidente governando, dando respostas principalmente na economia. Se não passar a expectativa de que dará conta do recado, fazendo o país voltar a crescer, criará um sentimento de frustração, o que resultará em um governo fraco.

Será fatal para um presidente que assume com a missão de reequilibrar as contas públicas, reformar a Previdência e retomar os investimentos para terminar com sucesso.

Enfim, sua equipe sabe que perdeu tempo. Deixou, na semana da queda de Dilma, crescer o discurso de que Michel Temer faz parte de um governo golpista e que a petista foi vítima de uma injustiça. Toda destruição da economia, perpetrada por ela, deixou de ser explorada.

No final de semana, Temer e equipe avaliavam os estragos causados pela largada em falso. Um pouco ruins, mas nada que não possa ser corrigido. Dá para recuperar fácil as posições perdidas, mas ficou a sensação de que dormiram no volante. 

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