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NO BRASIL, o INSS, paga a um médico por uma CIRURGIA CARDÍACA COM ABERTURA DE PEITO, a importância de R$ 70,00, o que equivale ao que uma diarista cobra, para fazer faxina num apartamento de dois quartos.

José Serra, do PSDB

A gravíssima crise política que assola o país não será resolvida com Temer na presidência, pois antes mesmo de assumir o poder ele já conta com uma oposição significativa de boa parte da população.

Não bastasse isso, no principal partido adversário do PT foi deflagrado um movimento que visa impedir que os tucanos aceitem cargos no governo peemebedista.José Serra que vinha propondo uma nova coalisão em torno do Governo Temer, ocupando algum ministério de peso, terá desistir desta proposta para evitar o surgimento de mais uma crise interna no PSDB, já fraturado por dissenções em torno das próximas eleições presidenciais. Felizmente o povo brasileiro desta vez não caiu no engodo do combate seletivo à corrupção petista e quer uma limpeza geral na politica. Quem combate a corrupção apenas do PT está sendo conivente com a corrupção das outras turmas. A matéria do Estadão reproduzida abaixo nos fornece uma boa pista da fragilidade do temerário governo que se avizinha. Neste contexto a melhor solução para a crise ( ou a menos pior) seria a cassação do mandato de Dilma e Termer pelo TSE - Tribunal Superior Eleitoral. A ver. 

Mtnos Calil 

Ala do PSDB vai propor punição a quem aderir a eventual governo Temer

Tucanos discutem obrigar filiados a se licenciar do partido e não concorrer em 2018 caso queiram integrar eventual governo de Temer

 Peça importante no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o PSDB permanece distante de se acertar com o vice Michel Temer (PMDB) sobre uma participação no eventual governo dele, a poucos dias da votação decisiva no Senado. 

Caso o partido não aceite integrar o novo governo, umas das propostas em discussão pretende obrigar filiados que queiram ocupar cargos oferecidos por Temer a se licenciar da legenda e sob o compromisso de não concorrer à Presidência em 2018.

Se a idéia vingar, será uma barreira para que tucanos com pretensões eleitorais aceitem compor um governo Temer, caso ele assuma. O PSDB marcou para 3 de maio a reunião da Executiva que definirá se o partido ocupará cargos em eventual governo.

A tendência no colegiado é contra a adesão. Secretário-geral do partido, o deputado Silvio Torres (SP) vai defender a licença de quem aceitar cargos se a adesão institucional for recusada. “O PSDB tem compromisso e dever moral de tirar o Brasil da crise, mas tem um caminho próprio, que é o projeto apresentado ao País nas eleições de 2014, quando o senador Aécio Neves foi derrotado”, diz.

Para Torres, quem desobedecer ao que for decidido pela Executiva terá também de se comprometer a não ser candidato em 2018. Na terça-feira o partido reunirá a bancada na Câmara para debater o tema. Depois consultará senadores e governadores.

O senador José Serra, tucano com boa interlocução com Temer, é apontado por aliados do vice como o mais cotado para assumir um ministério importante – na área econômica, infraestrutura ou Saúde. A posição de Serra é de que o PSDB tem um compromisso com o Brasil. “Michel Temer assumindo, eu diria que deveria se batalhar para se formar um governo de união e reconstrução nacional, com todas as forças interessadas na recuperação do País”, disse Serra ao Estado em março. Para ele, o PSDB deveria participar do novo governo “sem abdicar de propostas e convicções”. Serra descarta adesão pessoal motivada por pretensões eleitorais.

Se a adesão institucional for vetada e a proposta de Torres aprovada, a participação de Serra, considerada importante para o sucesso de eventual novo governo, se tornaria mais difícil. É mais um problema para Temer, que nesta semana ouviu um não do economista Armínio Fraga, seu plano A para a Fazenda.

Grupos do governador Geraldo Alckmin e de Aécio rejeitam a ideia de ocupar espaços na máquina pública. Dirigentes lembram que a ação em curso no Tribunal Superior Eleitoral pedindo a cassação da chapa Dilma-Temer seria um constrangimento para um eventual ministro do PSDB, autor da ação.

Além de Alckmin, outros dois governadores tucanos se manifestaram contrários à adesão do PSDB à gestão Temer. “Sou contra ter cargo no governo. O apoio programático não precisa disso”, disse Pedro Taques, de Mato Grosso. Para Beto Richa, do Paraná, não há “necessidade” de a legenda ocupar ministérios. Taques e Richa participam, em Foz do Iguaçu, do Fórum Empresarial, evento organizado pelo empresário João Doria.

Causou desconforto entre os tucanos paulistas o convite de Temer ao secretário de Segurança Pública, Alexandre de Moraes (PSDB), para integrar o novo Ministério. Temer não consultou Alckmin nem a direção nacional antes da sondagem.

Pauta. Apesar da resistência, o PSDB não se colocará na oposição e promete apoiar eventuais reformas de Temer. Aécio se reuniu em São Paulo com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e apresentou a ele uma lista de demandas que deve ser levada ao vice. O documento defende a simplificação do sistema tributário, compromisso com programas sociais, reforma política e blindagem da Operação Lava Jato.

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