IMLB - Instituto Mãos Limpas Brasil

Missão: Ser a Entidade mais ética da História do Brasil

Diretor de Redação

Mtnos Calil

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"Antigamente os cartazes nas ruas com rostos de criminosos oferecia recompensas, hoje em dia pede votos...
E o pior é que o BRASILEIRO dá...

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Só falta o Lula né? O Delcídio é o outro da foto - o senador petista preso! 

Este fato auspicioso para os combatentes da corrupção poderia ser uma demonstração de que o sistema de corrupção no Brasil vai passar por uma profunda reforma.

Mas não vai!!!

Essas prisões são pontuais e produto de investigações específicas associadas a delações premiadas.

Quem mais está sendo eficaz no combate à corrupção são os próprios corruptos, de onde partem as delações.

A corrupção faz parte da vida quotidiana da administração pública e privada.

Se todos os corruptos fossem presos, o Estado teria que construir presídios para abrigar pelo menos um milhão de novos detentos.

Poucos políticos escapariam!

E o pior é que estas prisões abalam a “confiança” do “mercado” na economia, contribuindo para afundar o país.

Então o combate feroz à corrupção promovido pela Lava Jato prejudica toda a sociedade aumentando o número de brasileiros desempregados?

Sim!

Infelizmente o juiz Sérgio Moro se enganou quando manifestou essa ingênua convicção:

É absolutamente falsa a afirmação de que o combate à corrupção prejudica a economia.

(v. matéria abaixo).

Porém ele mesmo retrucou essa convicção, quando logo a seguir se perguntou:

Ou nós vamos esgotar o potencial de trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do Judiciário nesse caso, apenas para daqui a 5 ou 10 anos reavivarmos essas experiências, eventualmente, até de uma maneira mais terrível?"

Não é preciso esperar 5 ou 10 anos não! A corrupção vai continuar (ou melhor está continuando) podendo apenas ser conduzida de uma forma mais disfarçada.

E para esse “continuismo disfarçado” contribui a ingenuidade do povo que está vibrando com a morte anunciada do PT, como se alguém que assumisse no lugar da Dilma, iria mudar alguma coisa na essência. Tudo se passa para estes ingênuos como se, por exemplo, o Governo do Estado de São Paulo fosse um exemplo de administração idônea. O povo não entende que sem uma reforma sistêmica nada mudará neste país. E não pode entender mesmo, pois o termo “sistêmico” é muito sofisticado... “Estrutural” seria mais simples? Não muito...

O que seria essa reforma sistêmica? Ela começaria com a extinção dos atuais partidos políticos e a convocação de novas eleições com base numa legislação que não favoreça tanto a corrupção que seria reduzida a níveis disfarçados como ocorre nos Estado Unidos, onde a industria farmacêutica, por exemplo, compra os congressistas americanos com lobbies legalizados. Até a lei é favor da corrupção? Claro que é! E sempre foi, mas como a Rede Globo e o Estadão não noticiam, ninguém fica sabendo! Não deveria nos surpreender o fato se até advogados não saberem disso.

Quanto aos empresários, se eles adotassem uma administração transparente cuja contabilidade oficial fosse igual à contabilidade caseira, teria lugar a maior onda de falências já vista na história da humanidade. Como se diz, vivemos num mundo onde as leis criam dificuldades para vender facilidades.

Porém, apesar da grave recessão pela qual estamos  passando, o Brasil vai continuar sim, sendo um excelente “negócio” para os grandes investidores estrangeiros (e alguns nacionais a eles associados).

O que importa para o mercado é o ROI (retorno sobre o investimento) e dane-se o mundo. Até quando essa esquizofrenia econômica e política vai continuar governando a humanidade? Parece que por muito tempo ainda, pois a nossa espécie tem uma incrível capacidade de adaptação a tudo, sem o que, aliás não teria sobrevivido em meio às terríveis condições de vida do tempo das cavernas.

Mtnos Calil

Ps. Morto o comunismo, só resta a humanidade civilizar o capitalismo. E se isso não for possível como estão convencidos os socialistas anti-capitalistas (existem também os falsos socialistas que defendem o capitalismo), continuaremos marchando em direção ao abismo, com a possibilidade de reduzirmos o número de humanóides, o que seria essencial para o processo civilizatório, visto que com 7 bilhões de pessoas habitando o planeta não há sistema capaz de colocar ordem no caos. Só em uma pequena parte destes bilhões -200 milhões, como é o caso do Brasil já não é possível botar ordem, imagine então no resto.

Ps2. Enquanto o socialismo XXI foi reprovado pelas urnas argentinas, no Brasil surge uma nova tendência revolucionária – a da Juventude do PT – que é contra até o Lula e que considera os corruptos da cúpula de deste partido como “heróis nacionais”. (v. também matéria abaixo).

Juiz Sérgio Moro cobra ética nas empresas em palestra a empreiteiros

 15/10/2015 - G1

O juiz federal Sérgio Moro disse a empresários do setor da construção que cabe às empresas garantir que haja ética nas relações entre as companhias que dirigem e servidores do poder público, com os quais eventualmente precisam lidar. A declaração foi feita durante uma palestra ontem (14), no SINDUSCON-PR, em Curitiba. Moro é o responsável pelas investigações da Operação Lava Jato. Em novembro de 2014, partiu dele a ordem de prisão de vários empreiteiros que mantinham contratos com a Petrobras. Em junho último, ordem de prisão emitida por ele, colocou na cadeia o dono da Odebrecht, maior empreiteira do país.
 
Para Moro, a mudança na imagem do setor, várias vezes associada a negociações suspeitas com o poder público, deve partir dos próprios empresários. "A quem é solicitada uma vantagem indevida, há a possibilidade de dizer não. É importante que isso seja feito não só individualmente, mas de uma perspectiva coletiva, para evitar que aquela que diz sim, que resolve efetuar o pagamento, obtenha uma vantagem competitiva em relação aos que disseram não", disse o juiz. Moro defendeu que as empresas se organizem para evitar as práticas desleais de concorrência.
 
Moro defendeu que as empresas criem um código para punir as companhias que se utilizem de atos ilícitos para atuar no mercado. Durante a palestra, ele negou que a atual crise econômica tenha sido provocada pela Lava Jato. Desde 2014, algumas das grandes empreiteiras envolvidas fizeram pedidos de recuperação judicial e demitiram funcionários. "É absolutamente falsa a afirmação de que o combate à corrupção prejudica a economia. Pelo contrário, vai favorecer um ambiente de negócios mais limpos, vai diminuir os custos da corrupção", diz. Ele criticou o governo e o Congresso em relação às mudanças nas regras de combate à corrupção.

"É o momento de clareza, necessária para alterarmos o nosso sistema, para que esses problemas não se repitam no futuro. Ou nós vamos esgotar o potencial de trabalho da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do Judiciário nesse caso, apenas para daqui a cinco ou 10 anos reavivarmos essas experiências, eventualmente, até de uma maneira mais terrível?", questiona. Além do juiz, participou do evento o procurador da República Roberson Pozzobon, que integra a força-tarefa do Ministério Público Federal nas investigações da Lava Jato. Os dois foram homenageados e receberam um prêmio pelo trabalho desenvolvido à frente da operação.

A jihad petista

MODESTO CARVALHOSA

25 Novembro 2015 | Estadão

Não bastasse a devastação que o partido hegemônico – o PT – vem produzindo na política e na economia do Brasil ao longo dos últimos dez anos, temos agora um novo fator de desestabilização de nossas instituições democráticas. Trata-se do surgimento no seio dessa agremiação de um novo grupo radical, a Juventude do PT, facção jihadista do partido cujo ideário veio à luz no seu terceiro congresso, reunido em Brasília no último dia 20.

Conforme amplamente noticiou a edição de 21/11 deste jornal, naquele conclave a Juventude do PT mostrou todas as suas características fundamentalistas. Para começar, contesta a autoridade e as diretrizes do próprio chefe supremo do petismo, o mitológico Lula, que até esse fatídico dia 20 nunca fora questionado no interior de sua grei.

Acontece que, na presença augusta do amado e temido condottiere, os aguerridos jovens petistas negaram a sua autoridade para prosseguir com sua política de alianças político-partidárias e sua legitimidade para intervir na composição do Ministério. Para os jovens jihadistas, o PT não pode mais se apoiar nos “infiéis” de qualquer espécie ou origem, na medida em que representam os interesses da elite opressora: “Nem Meirelles nem Levy. É hora de parar de recuar. Fora já/ fora já daqui/ o Eduardo Cunha junto com o Levy”.

Para que ninguém duvide da radicalização de seus propósitos e de suas ações a Juventude do PT passa a cultuar heróis do povo brasileiro. E quem são eles? Nada mais, nada menos que notórios petistas condenados no mensalão e processados e julgados pela Operação Lava Jato. Para demonstrar a sua reverência à trupe de condenados afixaram uma enorme faixa com as figuras heroicas de João Vaccari Neto, Delúbio Soares, José Genoino, João Paulo Cunha e José Dirceu, encimados com os dizeres: “Heróis do povo brasileiro”.

Para os jovens revolucionários petistas os proclamados próceres condenados, não o foram por prática de crime de corrupção, mas por serem líderes do povo. Inscrevem-se esses heróis no conceito típico do jihadismo, o do sacrifício. Somente os líderes que experimentam a prisão são dignos de inspirar o movimento de redenção do povo brasileiro, não importando a natureza do crime que cometeram.

As características típicas do jihadismo são encontradas nessa surpreendente rebelião dos jovens petistas. Eles não aceitam mais lideranças fracas, como a do Lula, uma vez que este não logrou, em mais de uma década de poder, a instauração da revolução permanente, voltada para a redenção do povo brasileiro, nos estritos moldes bolivarianos.

Os grandes passos de destruição das instituições democráticas previstos na Carta de São Paulo não lograram nunca ser implementadas pelos frouxos governos petistas. Assim, nem Lula nem Dilma Rousseff conseguiram acabar com a imprensa livre por meio da malograda Lei de Controle Social. Não conseguiram também os dois sucessivos presidentes unificar as Polícias Militares estaduais sob o controle do partido. E ainda fracassaram vergonhosamente na imposição do decreto que submetia o quadro de promoções e de nomeações nas Forças Armadas ao crivo do Partido dos Trabalhadores.

Impõe-se desde já a revolução bolivariana. Para que isso se realize no Brasil – como já o foi, com grande sucesso, na Venezuela – inicialmente há que desmoralizar as instituições e as leis democrático-burguesas, de que resultou a condenação, entre nós, de líderes do povo, aprisionados e condenados sob o odioso pretexto de serem corruptos. E não se aceita mais a transigência dos líderes aburguesados do PT que ainda não foram presos e agora fogem covardemente desse sacrifício depurador.

As automotivações da Juventude do PT são, com efeito, tipicamente jihadistas. Primeiro: rompimento com as antigas lideranças petistas por terem contato com “infiéis”, o que é incompatível com a regra moral da revolução. Segundo: consagração de novos líderes espirituais que possam, por seu exemplo de sacrifício e de notória criminalidade contra o Estado burguês, justificar, por sua vez, todos os delitos que cometerão também contra a ordem pública os jovens petistas, visando à implantação no Brasil da República Socialista Bolivariana do século 21.

O clima desse 3.º Congresso da Juventude do PT foi de tal ordem constrangedor para os eternos e decadentes líderes do partido presentes (Lula, Rui Falcão et caterva) que o ex-presidente percorria, durante a sua arenga, toda a extensão da longa mesa dirigente dos trabalhos – indo e vindo sem parar –, num movimento típico de quem procurava uma porta dos fundos pela qual pudesse escapulir dos jihadistas enfurecidos. Durante o palavrório de Lula, os jovens ostentavam faixas e repetiam refrãos revolucionários que abafavam a fala do septuagenário líder, isso enquanto ele pedia o apoio deles ao combalido governo da sua sucessora.

Diante da nenhuma repercussão de seu pedido, Lula apelou para o perigo de o PT perder o poder em 2018 se não ganhar as eleições municipais de 2016. Acontece que o jovem núcleo jihadista do PT, inspirado em seus guerreiros do povo brasileiro – Vaccari, Delúbio, Genoino, João Paulo e Dirceu –, não está interessado em nenhuma eleição, próxima ou remota, mas sim na “revolución”, por meio de ações que pretende realizar para obstruir o funcionamento das instituições no País.

Eis mais um produto que o Partido dos Trabalhadores gerou para o País. Que desde já tomem precauções as autoridades constituídas no que se refere aos movimentos e às ações desse grupo, tendo em vista que se propõem a sacrificar a própria liberdade – e a dos outros – em prol de suas verdades revolucionárias, inquestionáveis e absolutas.

POR ANDREZA MATAIS, BEATRIZ BULLA, RICARDO BRITO E JULIA AFFONSO

25/11/2015 - Estadão

Líder do governo no Senado foi flagrado em áudio tentando evitar que seu nome e o do banqueiro André Esteves fosse citado pelo ex-diretor da Petrobrás Nestor Cerveró

O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a Polícia Federal a deflagrar uma operação nesta quarta-feira, 25, que levou a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, investigado pela Operação Lava Jato. O parlamentar teria sido flagrado na tentativa de prejudicar as investigações contra ele, em uma tentativa de destruir provas contra ele.

Também foram presos o banqueiro André Esteves, presidente do BTG Pactual, e Diogo Ferreira, chefe de gabinete do Delcidio do Amaral, e o advogado Edson Siqueira Ribeiro Filho, que defende o ex-diretor da área Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, preso na Lava Jato desde o ano passado.

Esta é a primeira vez que um senador com mandato em exercício é preso. A PF também fez busca e apreensão no gabinete do petista, no Senado, em Brasília, e nos estados do Rio, de São Paulo e de Mato Grosso do Sul.

A prisão de Delcídio é resultado de uma operação deflagrada hoje pela Polícia Federal, que também tem como alvo empresários. As ações foram autorizadas pelo Supremo. Não se trata de uma fase da Lava Jato tocada em Curitiba, na 1ª instância.

Delcídio do Amaral foi citado na delação do lobista Fernando Baiano, apontado pela Lava Jato como operador de propinas no esquema de corrupção instalado na Petrobrás entre 2004 e 2014. Fernando Baiano disse que Delcídio do Amaral teria recebido US$ 1,5 milhão em espécie na operação de compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

Estado apurou que pela amanhã que o ministro Teori Zavascki convocou uma reunião extraordinária da Turma dedicada à Lava Jato. A reunião da Corte será reservada, que é algo raro.

De acordo com fonte no tribunal, a sessão foi marcada pelo presidente da Turma, ministro Dias Toffoli, a pedido do ministro Teori Zavascki, relator dos casos relativos ao esquema de corrupção na Petrobrás.

Zavascki informou nesta terça, 24, o presidente da Corte, ministro Ricardo Lewandowski, de que seria realizada sessão na quarta, 25, para debater uma decisão importante. O informe a Lewandowski foi feito pessoalmente pelo relator dos processos da Lava Jato na Corte e não pelo presidente da Turma, ministro Dias Toffoli, a quem cabe usualmente fazer os comunicados institucionais.

O advogado Mauricio Silva Leite, que defende o senador petista, disse que vai primeiro tomar ciência dos motivos da prisão de Delcídio, para depois se manifestar.

COM A PALAVRA, A ASSESSORIA DO BTG PACTUAL:

“O BTG Pactual esclarece que está  à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e vai colaborar com as investigações.”

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