IMLB - Instituto Mãos Limpas Brasil

Missão: Ser a Entidade mais ética da História do Brasil

Diretor de Redação

Mtnos Calil

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NO BRASIL, um Diretor sem Diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um Professor Universitário Federal Concursado, com Mestrado, Doutorado e PRESTÍGIO INTERNACIONAL.

Vídeos sobre corrupção, Video Clips, Entrevistas, Flagrantes, Congresso Nacional, Poder Executivo e muito mais...

Os vídeos aqui expostos, são vídeos selecionados em site público (Youtube), criados pela população demonstrando sua indignação através de clips com músicas populares veiculadas na maioria das rádios, reportagens e entrevistas, exibidas na TV aberta ou a cabo, ao Instituto Mãos Limpas Brasil, cabe apenas, divulgá-las, sendo um espaço democrático, necessariamente, não são opiniões desse Instituto, apenas registra a indignação do povo brasileiro.
Caso você se sinta insultado ou considere algum vídeo abusivo, por favor entre em contato com o Instituto Mãos Limpas Brasil.

Em tempos de globalização nada mais natural que as nossas empreiteiras exportem sua competência nas duas áreas de sua especialização – construção de obras públicas e corrupção. Como a corrupção é alvo de manchetes diárias na imprensa mundial, os donos do sistema precisam amenizar o problema através de medidas paliativas que servem para enganar a todos incluisive a eles próprios. A forma mais eficaz de mentir é enganar a si mesmo. A última novidade do “combate à corrupção” vem do G20, que enfrenta a resistência dos representantes do Brasil, uma das nações mais versadas e versáteis em matéria de corrupção.

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Como depois disso alguém ainda pode ter direito a defesa em liberdade? PUNIÇÃO e CADEIA neles...
O Poder Executivo, onde cada um de nós depositou sua confiança...
É hora de REVER nossos CONCEITOS...

                         

1

Não é incomum um desembargador corrupto usar o juiz de primeira instância como escudo para suas ações. Ele telefona para o juiz e lhe pede uma liminar, um habeas corpus ou uma sentença. Os juízes que se sujeitam a isso são candidatos naturais a futuras promoções. Os que se negam a fazer esse tipo de coisa, os corretos, ficam onde estão.

2

Hoje é a política que define o preenchimento de vagas nos tribunais superiores, por exemplo. Os piores magistrados terminam sendo os mais louvados. O ignorante, o despreparado, não cria problema com ninguém porque sabe que num embate ele levará a pior. Esse chegará ao topo do Judiciário.

3

Certa vez me perguntaram se eu tinha padrinhos políticos. Eu disse: “Claro, se não tivesse, não estaria aqui”. Eu sou fruto de um sistema. Para entrar num tribunal como o STJ, seu nome tem de primeiro passar pelo crivo dos ministros, depois do presidente da República e ainda do Senado. O ministro escolhido sai devendo a todo mundo.

4

O STJ chegou à conclusão de que denúncia anônima não pode ser considerada pelo tribunal. De fato, uma simples carta apócrifa não deve ser considerada. Mas, se a Polícia Federal recebe a denúncia, investiga e vê que é verdadeira, e a investigação chega ao tribunal com todas as provas, você vai desconsiderar? Tem cabimento isso? Não tem. A denúncia anônima só vale quando o denunciado é um traficante? Há uma mistura e uma intimidade indecente com o poder

5

Para ascender na carreira, o juiz precisa dos políticos. Nos tribunais superiores, o critério é única e exclusivamente político.

6

Eu não sou a única rebelde nesse sistema, mas sou uma rebelde que fala. Há colegas que, quando chegam para montar o gabinete, não têm o direito de escolher um assessor sequer, porque já está tudo preenchido por indicação política.

7

Nós, magistrados, temos tendência a ficar prepotentes e vaidosos. Isso faz com que o juiz se ache um super-homem decidindo a vida alheia. Nossa roupa tem renda, botão, cinturão, fivela, uma mangona, uma camisa por dentro com gola de ponta virada. Não pode. Essas togas, essas vestes talares, essa prática de entrar em fila indiana, tudo isso faz com que a gente fique cada vez mais inflado. Precisamos ter cuidado para ter práticas de humildade dentro do Judiciário. É preciso acabar com essa doença que é a “juizite”.

Fonte: Revista Veja, 15/09/2011

Presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); e da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN); após reunião com o ministro Gilmar Mendes 

Já acabou a "grave crise institucional anunciada na coluna ao lado? Segundo a Folha, parece que sim! Mas o que a FSP não sabe é que essa crise foi fabricada para acabar logo mesmo! Os provocadores tinham por objetivo dar um forte puxão nas orelhas dos Ministros anti-petistas, esperando que a dor causada lhes sirva de alerta, ao mesmo tempo que estimulam os ministros "supremo-lulistas" a defenderem seus patronos petistas. E agora a Folha exibe com grande alegria as duas grandes lideranças do "poder" legislativo, com a aparente intenção de tirar um sarro na cara deles (ou melhor, no paletó deles). Sendo porém, os jornalistas, pessoas de boa fé e muito ingênuas, acabam promovendo os donos do poder. Essa ingenuidade da nossa mídia democrática é tão forte que ela acaba  fazendo a fama de criminosos: ao combater os corruptos, a midia lhes presenteia com uma enorme campanha publicitária grátis, garantindo assim, o sucesso eleitoral dos próprios corruptos.  Quem sabe valha a pena fazermos um trabalho de conscientização dos jornalistas a respeito de sua função de "garotos - propaganda das noticias que dão Ibope".  Há certamente uma parcela dos jornalistas que ainda apreciam a ética profissional. Ou não?   

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