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No Brasil, um Assessor de 3º nível de um Deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou mero estafeta de correspondências, ganha mais que um Cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo e a sua vida, buscando curas e vacinas para salvar vidas.

A administração do presidente americano Donald Trump representa um risco para a economia internacional e para as dívidas soberanas no mundo, segundo relatório divulgado pela agência de classificação de risco Fitch, nesta sexta-feira (10).

 

O comunicado da agência afirma que "a previsibilidade das políticas norte-americanas diminuiu com o abandono dos canais internacionais de comunicação" por parte do governo Trump, o que eleva as perspectivas de mudanças inesperadas nas políticas dos Estados Unidos, com potenciais implicações globais.

 

"Os principais riscos para as dívidas soberanas são a possibilidade de mudanças súbitas nas relações comerciais, a redução no fluxo de capital internacional, as limitações à imigração que impactem as remessas e os confrontos entre dirigentes políticos que contribuam para aumentar ou prolongar a volatilidade da moeda e dos mercados financeiros", diz o documento da Fitch.

 

Se esses riscos se materializarem, isso poderá provocar um cenário desfavorável para o crescimento econômico e pressionar finanças públicas, com implicações sobre o rating das dívidas públicas.

 

"Aumentos de custos ou reduções no acesso a financiamentos externos também podem afetar os ratings, especialmente se vierem acompanhados de uma depreciação da moeda."

 

A Fitch ressalva que alguns elementos da agenda econômica de Trump podem ser positivos, como as promessas de reaquecer a economia com mais investimentos em infraestrutura, e de promover o maior corte de impostos desde a administração Ronald Reagan, apesar do deficit orçamentário do governo dos EUA.

 

Mas o atual balanço dos riscos aponta para um cenário pouco favorável, segundo a agência. Ela lista como preocupantes alguns posicionamentos da administração Trump, que abandonou o TTP (Tratado Transpacífico), repreendeu companhias americanas que investem no exterior, com ameaças de punições financeiras e também acusou diversos países de manipular suas taxas de câmbio para prejudicar os Estados Unidos.

 

Os países mais vulneráveis às adversidades impostas por Trump são aqueles que possuem laços econômicos e financeiros mais fortes com os EUA, como Canadá, China, Alemanha, Japão e México. Mas essa lista pode aumentar por um efeito cascata.

 

A Fitch já havia revisado a perspectiva da nota da dívida soberana do México de estável para negativa em dezembro, atribuindo o ajuste ao risco Trump, entre outros motivos.

 

Estão em risco de ser atingidos por medidas comerciais punitivas os países que tenham recebido investimento direto americano, com financiamento a indústrias exportadoras voltadas aos EUA.  Brasil e Reino Unido são alguns deles. 

 

 

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