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Supremo, empurrado para situação difícil no caso                  Vera Magalhães: Renan vence sozinho

Renan, optou pela saída possível: a de meio-termo 

 

Não houve meio termo nenhum, Eliane. Você resolveu fazer média com a Carmem Lucia, PresidentA do STF?     

            

 

“que tal entrar na contramão e defender a decisão do plenário, que estancou uma crise institucional e evitou mais um grave sacolejo na já frágil situação política, econômica e social? Nada nessa vida é perfeito, mas o Supremo, empurrado para uma situação difícil, em que qualquer decisão seria duramente criticada, optou pela saída possível: a de meio-termo.”- Eliane Cantanhêde

 

Você entrou na contra-mão de si mesma, Eliane!

 

Qualquer decisão seria duramente criticada? Por quem? Pelo “Deus Mercado” para o qual o que importa é apenas o ajuste fiscal, mesmo que seja com corrupção?

 

A confiança que o mercado precisa ter é no pagamento da dívida pública com os maiores juros do planeta, mesmo que os devedores sejam corruptos. Logo após a derrota que  corrupto “mais poderoso da República” impôs sobre o STF, o dólar caiu e a bolsa subiu.

 

Quem disse que Renan é o “mais poderoso da República” foi sua colega do Estadão Vera Magalhães. Ouça o que ela disse: http://tv.estadao.com.br/politica,vera-magalhaes-renan-vence-sozinho,674825  e veja abaixo  o que ela escreveu ontem no Estadão.

 

Para voltar à estrada da ética onde você estava caminhando, o primeiro passo será pedir desculpas aos seus fãs que ficaram decepcionados com essa atitude sua de conciliação com os corruptos mandatários do Brasil.

 

Tchau querida!

 

Ombudsman da Globo News

 

 

 

                            Vera Magalhães, no Estadão de 08/12/2016:

 

 “A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, também se desviou de tudo aquilo que prega ao longo de sua trajetória na corte. Cármen é aquela que dirige o próprio carro, recusa convites para jantares e coquetéis por não achar apropriado que magistrados confraternizem com políticos, que nas últimas semanas defendeu o Judiciário de ataques.

 

Como, então, referenda uma saída política para um impasse institucional? Mais: como patrocina esse entendimento por meio de conversas de bastidores que sempre condenou? Como vota de forma condescendente, admitindo o descumprimento de uma decisão do tribunal que preside pela Mesa do Senado e a agressão a um ministro da corte por parte de Renan — que afirmou que Marco Aurélio Mello dera a liminar preocupado em manter salário acima do teto?

 

Tendo costurado a saída fora dos “autos”, Cármen Lúcia deveria, ao menos, ter deixado de votar. Afinal, já havia maioria a favor da permanência de Renan na cadeira. Assim, ela não compactuaria com uma saída com a qual dificilmente deve concordar.” -  

 

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