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No Brasil, um Assessor de 3º nível de um Deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou mero estafeta de correspondências, ganha mais que um Cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo e a sua vida, buscando curas e vacinas para salvar vidas.

Nota da redação

Como a aprovação do aumento de salário dos juizes depende de aprovação do Senado, entende-se daí, a amizade que alguns ministros do STF mantêm com um dos maiores corruptos do Brasil, o senador Renan, que pertence ao clã dos Calheiros, segundo informou o jornalista José Nêumanne. 

Ministro Ricardo Lewandowski

          Não é 'feio' reivindicar aumento para juízes, diz Lewandowski

 

 

 

Em encontro de juízes estaduais, ex-presidente do STF faz defesa enfática do reajuste do salário de magistrados

“O juiz e a juíza, no fundo, são trabalhadores como outros quaisquer e têm os seus vencimentos hoje corroídos pela inflação. Condomínio aumenta, IPTU aumenta, a escola aumenta, a gasolina aumenta, o supermercado aumenta. E o salário do juiz não aumenta? E reivindicar é feio?”, questionou Lewandowski, sob aplausos do público. O ministro fez a palestra de abertura do 6.º Encontro Nacional de Juízes Estaduais (Enaje), que ocorrerá até sábado, 5, em Porto Seguro e Arraial d'Ajuda, no litoral baiano.

“É antissocial isso (reinvidicar o reajuste)? Absolutamente não. Para que nós possamos prestar um serviço digno, é preciso que tenhamos condições de trabalho dignas e vencimentos condizentes com o valor do serviço que prestamos para a sociedade brasileira”, completou Lewandowski, que deixou a presidência do STF em setembro.

Bullying. A atual presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, já deixou claro que não levantará a bandeira do reajuste, adotando um estilo anticorporativista diferente de seu antecessor.

 

 

“Nenhum bom juiz brasileiro quer que o aumento da sua remuneração seja pago à custa de 12 milhões de desempregados”, disse Cármen no dia 17 de outubro, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.Em reunião com governadores de todo o País em setembro, Cármen citou inclusive o caso de “bullying” ocorrido com um filho de juiz, que teria sido maltratado na escola por causa das discussões envolvendo o aumento salarial do Judiciário.

 

 

Rafael Moraes Moura, Enviado Especial*  - O Estado de S.Paulo

 

03 Novembro 2016 | 23h42

 

*O repórter viajou a convite da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB).

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