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O banco Itaú pagou palestra para Hillary Clinton, a futura Presidente dos Estados Unidos da América. Tem lógica isso?

É claro que tem lógica! Se o governo do PT ajuda Cuba, o Banco Itaú pode ajudar Hillary.

Mas Hillary precisa de ajuda? Ela não é milionária? Cuba é pobre. Bem... então o Banco Itaú está investindo em Hillary como o Lula investiu em Cuba. Às vezes  investimento e ajuda se confundem.

Mas há uma diferença – enquanto Lula usou o dinheiro do povo para ajudar  Cuba, o Banco Itaú usou dinheiro privado para ajudar Hillary .

Mas  este dinheiro privado não é resultante da maior taxa de juros do mundo que é paga pelos clientes do banco, ou seja pelo povo?

Sim, mas os clientes do Banco Itaú são da classe média que é contra o PT. Então a classe média ajuda o banco Itaú a combater o comunismo no Brasil, que iria ser implantado por Lula com a ajuda de Henrique Meirelles, o representante mais gabaritado dos banqueiros nacionais? – dizem as más línguas que ele representa também os bancos estrangeiros.

Mas além de ser apoiado por Meirelles  Lula recebeu um apoio decisivo do General Golbery. Se ele fosse comunista como explicar o decisivo apoio que ele teve dos dois grandes representantes do “imperialismo anglo-americano”?  Ocorre que a classe média, como o povo em geral, é mal informada. Ela não sabe que Lula fingiu ser comunista para ganhar o apoio da esquerda. Até alguns intelectuais da USP, que também são da classe média (a classe média de esquerda) foram enganados por Lula, ou então fingiram estar sendo enganados.

Mas o comunismo não morreu?  

Morreu, mas a tradição é eterna. Por isso a esquerda prefere o capitalismo russo ou chinês ao  capitalismo americano. Agora entramos na 2ª. guerra fria que não provocará uma 3ª. guerra mundial, sendo que a frieza se explica pelo interesse econômico que é comum aos inimigos. Então eles saberão manter os limites na administração dos seus conflitos, embora, às vezes, os Putins da vida, ameacem os americanos. As ameaças retóricas também fazem parte deste jogo.

O termo jogar tem também o significado de fingir. O maluco da Coreia do Norte estaria então apenas fingindo com seus sucessivos testes nucleares? Não sabemos, mas é provável que ele não seja um homem-bomba atômica.

Mas mesmo se for, corremos apenas o risco de uma guerra nuclear localizada num canto do planeta. O ideal segundo aqueles que defendem a redução do número de habitantes que estão infestando a Terra, é que houvesse uma guerra atômica que acabasse apenas com a metade da população mundial.

Mas eles não conseguiram ainda encontrar uma fórmula militar estatística que garanta a sobrevivência da outra metade dos humanóides.

Mas não corremos o risco de termos psicopatas dos dois lados do Poder que acabem com a humanidade? Não porque os psicopatas são frios, mas não são suicidas.

Mtnos Calil

Ps. A palavra “mas” apareceu 11 vezes neste artiguete  promovido a crônica. Tem lógica isso: um “mas” não anula outro ? Ocorre que este termo é uma “conjunção adversativa”, que tem a finalidade de indicar oposição e contraste dentro de uma mesma oração.

Como a humanidade é dominada por oposições e contrastes, marcadas por conflitos entre adversários de todo o tipo – até no esporte os humanos se movem pelo espírito guerreiro -  o termo “mas” expressa muito bem os caprichos da natureza humana.  

“Mas” a culpa é da natureza, não é nossa.

“Mas” o homem não dominou a natureza?  Ou é dominado por ela? As duas coisas acontecem. Uma hora é a natureza que domina o homem, outra hora é o homem que domina a natureza. Ambos foram condenados a viver eternamente neste jogo de dominação.

“Mas”, nem por isso precisamos perder o bom humor, já que rir é o melhor remédio para muitas doenças incuráveis. Pode ser uma arma dos mais fracos para enfrentar os mais fortes, seguindo a lógica do darwinismo anti-social.

Como muito bem nos alertou Kant, nós, humanóides,  somos ao mesmo tempo sociais e anti-sociais. Conseguimos ser sociais quando reprimimos nossos instintos freudianos, que ficam, porém, guardadinhos nos porões de nossas mentes.

 

Hillary tenta explicar frase dita em palestra ao Banco Itaú

Lourival Sant’Anna - Estadão

20 Outubro 2016 | 10h50

 

O trecho de uma palestra dada ao Banco Itaú por Hillary Clinton em maio de 2013, e vazado recentemente pelo site Wikileaks, foi tema do terceiro e último debate presidencial, na noite desta quarta-feira. O mediador do debate, o âncora Chris Wallace, cobrou de Hillary a defesa de “fronteiras abertas” que ela teria feito na palestra. Donald Trump se regozijou, confirmando que sua oponente queria abrir as fronteiras para a entrada de pessoas que ninguém sabe quem é, para terroristas, etc. Hillary explicou que estava falando de energia.

No trecho da palestra, transcrito em um email de John Podesta, ex-assessor de Hillary no Departamento de Estado e atual chefe de sua campanha, que junto com milhares de outros foi publicado pelo Wikileaks, Hillary diz: “Meu sonho é um mercado comum hemisférico, com comércio aberto e fronteiras abertas, em algum momento no futuro com energia que seja tão verde e sustentável quanto possamos conseguir, impulsionando o crescimento e a oportunidade para todas as pessoas no hemisfério”. A palavra “hemisfério”, aqui, refere-se às Américas. Ela havia deixado o cargo de secretária de Estado quatro meses antes.

No debate, Hillary, que aparentemente estava preparada para a pergunta, justificou, sem hesitar: “Eu estava falando sobre energia. Você sabe, comercializamos mais energia com nossos vizinhos do que  com o resto do mundo somado. E quero que tenhamos uma rede elétrica, um sistema de energia que atravesse fronteiras. Acho que será um grande benefício para nós”.

O trecho da palestra vazado, no entanto, é no mínimo ambíguo. É possível ao menos argumentar que ela não falava apenas de energia, mas de comércio e de trânsito de pessoas.

Trump aproveitou: “Não temos um país se não temos fronteira. Hillary quer dar anistia. Ela quer ter fronteiras abertas”.

A questão toca em dois pontos que explicam parte do apoio angariado por Trump: a imigração e o comércio, que muitos de seus eleitores consideram serem as causas da queda da qualidade de seus empregos, com o deslocamento das indústrias para outros países, e do terrorismo.

No debate, Hillary voltou a dizer que faria correções nos acordos de livre comércio, e que não permitiria a entrada de imigrantes sem que seus históricos sejam examinados, mas que não é coerente com os Estados Unidos impedir a entrada de mulheres e crianças, como o menino sírio flagrado depois de ser resgatado, em uma foto que rodou o mundo. Trump, por sua vez, prometeu anular o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), “assinado pelo marido dela” (o ex-presidente Bill Clinton) e expulsar os imigrantes sem documentos.

Hillary objetou que os 11 milhões de “indocumentados” têm 4 milhões de filhos nascidos nos EUA, e que sua expulsão separaria as famílias. E acusou Trump de ter empregado imigrantes ilegais.

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Fala de Hillary em palestra paga pelo Itaú movimenta campanha  - http://www.folha.uol.com.br/

O banco Itaú pagou palestra para Hillary Clinton, a futura Presidente dos Estados Unidos da América. Tem lógica isso?

É claro que tem lógica! Se o governo do PT ajuda Cuba, o Banco Itaú pode ajudar Hillary. Mas Hillary precisa de ajuda? Ela não é milionária? Cuba é pobre. Bem... então o Banco Itaú está investindo em Hillary como o Lula investiu em Cuba. As vezes investimento e ajuda se confundem. Mas há uma diferença – enquanto Lula usou o dinheiro do povo para ajudar  Cuba, o Banco Itaú usou dinheiro privado para ajudar Hillary . Mas  este dinheiro privado não é resultante da maior taxa de juros do mundo que é paga pelos clientes do banco, ou seja pelo povo? Sim, mas os clientes do Banco Itaú são da classe média que é contra o PT. Então a classe média ajuda o banco Itaú a combater o comunismo no Brasil, que iria ser implantado por Lula com a ajuda de Henrique Meirelles, o representante mais gabaritado dos banqueiros nacionais? – dizem as más línguas que ele representa também os bancos estrangeiros.

Mas além de ser apoiado por Meirelles  Lula recebeu um apoio decisivo do General Golbery. Se ele fosse comunista como explicar o decisivo apoio que ele teve dos dois grandes representantes do “imperialismo anglo-americano”?  Ocorre que a classe média, como o povo em geral, é mal informada. Ela não sabe que Lula fingiu ser comunista para ganhar o apoio da esquerda. Até alguns intelectuais da USP, que também são da classe média ( a classe média de esquerda) foram enganados por Lula, ou então fingiram estar sendo enganados.

Mas o comunismo não morreu?  

Morreu, mas a tradição é eterna. Por isso a esquerda prefere o capitalismo russo ou chinês ao  capitalismo americano. Agora entramos na 2ª. guerra fria que não provocará uma 3ª. guerra mundial, sendo que a frieza se explica pelo interesse econômico que é comum aos inimigos. Então eles saberão manter os limites na  administração de seus conflitos, embora, às vezes, os Putins da vida, ameacem os americanos. As ameaças retóricas também fazem parte deste jogo. O termo jogar tem também o significado de fingir. O maluco da Coreia do Norte estaria então apenas fingindo com seus sucessivos testes nucleares? Não sabemos, mas é provável que ele não seja um homem-bomba atômica.

Mas mesmo se for, corremos apenas o risco de uma guerra nuclear localizada num canto do planeta. O ideal segundo aqueles que defendem a redução do número de habitantes que estão infestando a Terra, é que houvesse uma guerra atômica que acabasse apenas com a metade da população mundial. Mas eles não conseguiram ainda encontrar uma fórmula militar estatística que garanta a sobrevivência da outra metade dos humanóides.

Mas não corremos o risco de termos psicopatas dos dois lados do Poder que acabem com a humanidade? Não porque os psicopatas são frios, mas não são suicidas.

Mtnos Calil

Ps. A palavra “mas” apareceu 11 vezes neste artiguete  promovido a crônica. Tem lógica isso: um mas não anula outro ? Ocorre que este termo é uma “conjunção adversativa”, que tem a finalidade de indicar oposição e contraste dentro de uma mesma oração. Como a humanidade é dominada por oposições e contrastes, marcadas por conflitos entre adversários de todo o tipo – até no esporte os humanos se movem pelo espírito guerreiro -  o termo “mas” expressa muito bem os caprichos da natureza humana.  Mas a culpa é da natureza, não é nossa. Mas  o homem não dominou a natureza?  Ou é dominado por ela? As duas coisas acontecem. Uma hora é a natureza que domina o homem, outra hora é o homem que domina a natureza. Ambos foram condenados a viver eternamente neste jogo de dominação. Mas, nem por isso precisamos perder o bom humor, já que rir é o melhor remédio para muitas doenças incuráveis. Pode ser um arma dos mais fracos para enfrentar os mais fortes, seguindo a lógica do darwinismo anti-social. Como muito bem nos alertou Kant, nós, humanóides somos ao mesmo tempo sociais e anti-sociais. Conseguimos ser sociais quando reprimimos nossos instintos freudianos, que ficam, porém, guardadinhos nos porões de nossas mentes.

 

Hillary tenta explicar frase dita em palestra ao Banco Itaú

Lourival Sant’Anna - Estadão

20 Outubro 2016 | 10h50

 

Frequentadores de um bar na Cidade do México assistem ao debate YURI CORTEZ / AFP

Frequentadores de um bar na Cidade do México assistem ao debate
Foto: Yuri Cortez / AFP

O trecho de uma palestra dada ao Banco Itaú por Hillary Clinton em maio de 2013, e vazado recentemente pelo site Wikileaks, foi tema do terceiro e último debate presidencial, na noite desta quarta-feira. O mediador do debate, o âncora Chris Wallace, cobrou de Hillary a defesa de “fronteiras abertas” que ela teria feito na palestra. Donald Trump se regozijou, confirmando que sua oponente queria abrir as fronteiras para a entrada de pessoas que ninguém sabe quem é, para terroristas, etc. Hillary explicou que estava falando de energia.

No trecho da palestra, transcrito em um email de John Podesta, ex-assessor de Hillary no Departamento de Estado e atual chefe de sua campanha, que junto com milhares de outros foi publicado pelo Wikileaks, Hillary diz: “Meu sonho é um mercado comum hemisférico, com comércio aberto e fronteiras abertas, em algum momento no futuro com energia que seja tão verde e sustentável quanto possamos conseguir, impulsionando o crescimento e a oportunidade para todas as pessoas no hemisfério”. A palavra “hemisfério”, aqui, refere-se às Américas. Ela havia deixado o cargo de secretária de Estado quatro meses antes.

No debate, Hillary, que aparentemente estava preparada para a pergunta, justificou, sem hesitar: “Eu estava falando sobre energia. Você sabe, comercializamos mais energia com nossos vizinhos do que  com o resto do mundo somado. E quero que tenhamos uma rede elétrica, um sistema de energia que atravesse fronteiras. Acho que será um grande benefício para nós”.

O trecho da palestra vazado, no entanto, é no mínimo ambíguo. É possível ao menos argumentar que ela não falava apenas de energia, mas de comércio e de trânsito de pessoas.

Trump aproveitou: “Não temos um país se não temos fronteira. Hillary quer dar anistia. Ela quer ter fronteiras abertas”.

A questão toca em dois pontos que explicam parte do apoio angariado por Trump: a imigração e o comércio, que muitos de seus eleitores consideram serem as causas da queda da qualidade de seus empregos, com o deslocamento das indústrias para outros países, e do terrorismo.

No debate, Hillary voltou a dizer que faria correções nos acordos de livre comércio, e que não permitiria a entrada de imigrantes sem que seus históricos sejam examinados, mas que não é coerente com os Estados Unidos impedir a entrada de mulheres e crianças, como o menino sírio flagrado depois de ser resgatado, em uma foto que rodou o mundo. Trump, por sua vez, prometeu anular o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), “assinado pelo marido dela” (o ex-presidente Bill Clinton) e expulsar os imigrantes sem documentos.

Hillary objetou que os 11 milhões de “indocumentados” têm 4 milhões de filhos nascidos nos EUA, e que sua expulsão separaria as famílias. E acusou Trump de ter empregado imigrantes ilegais.

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Fala de Hillary em palestra paga pelo Itaú movimenta campanha  - http://www.folha.uol.com.br/
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