IMLB - Instituto Mãos Limpas Brasil

Missão: Ser a Entidade mais ética da História do Brasil

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Mtnos Calil

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NO BRASIL, um ascensorista da Câmara Federal, ganha mais para servir os elevadores da Casa, do que um Oficial da Força Aérea, que pilota um Mirage.

 William Shakespeare. Fonte: Wikimedia Commons

Sejas  casto como o gelo, puro com a neve, não escaparás da calúnia - Shakespeare

 

Eu conheci o Odir Cunha há cerca de 30 anos no Hobby, um clube onde jogávamos tênis, e de preferência duplas. A propósito do tênis, foi observando o Odir jogar duplas, estando posicionado na esquerda, que eu eu aprendi a virar para bater com a direita. Mas a finalidade desta mensagem não é falar de tênis e sim da honestidade do Odir.

Nestes 30 anos eu acompanhei a vida do Odir que teve uma carreira  honesta e humilde. 

E agora me ocorreu que a humildade, citada por ele em sua defesa abaixo transcrita, é um dos elementos da ética. Estou trabalhando há algum tempo na reconstrução de uma definição para o termo ética e não tinha atentado para esse detalhe conceitual de suma importância: a humildade é um dos pré-requisitos da ética, assim como a isenção. Me coloco à disposição do Odir para testestemunhar em sua defesa em qualquer ação judicial. 

 Mtnos Calil

Coordenador do Instituto Mãos Limpas Brasil

www.maoslimpasbrasil.com.br

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/maoslimpasbrasil/info

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11-5897-4366

11-9.9504-5143

Carta de Odir Cunha dirigida para blogdopaulinho.com.br onde aparecem as calúnias

Meu caro, sugiro que quando escrever algo sobre alguém, consulte antes a pessoa sobre a qual escreve. Escrever inverdades, sem ao menos ter o trabalho de consultar a parte atacada, com a intenção de denegrir a imagem de alguém, é mais do que mau jornalismo, é crime. É muito fácil falar comigo. Se fizesse isso, como um jornalista de verdade deve fazer, não escreveria tanta mentira.
Como você criou para seu blog o epíteto de “jornalismo com credibilidade”, precisa dar informações corretas ou não terá o mínimo dessa “credibilidade” que pretende.
Porém, em respeito aos seus leitores, esclarecerei os fatos:


1 – Não sou eu quem quero me impor como candidato à presidência do Santos, do qual sou conselheiro. Muitos santistas, entre eles leitores do meu blog, querem que eu o faça.
2 – Fiz uma enquete no blog, com a possibilidade de apenas um voto por IP, incluí todos os nomes de prováveis candidatos à presidência do clube, entre eles o do meu amigo José Carlos Peres, e os votos me dão a preferência de 62% dos leitores. Não checar a pesquisa e escrever que “evidentemente, não deve ser verdade” só pode ser maluquice de sua parte.
3 – Jamais falei sobre isso com Milton Neves e duvido que ele apoie alguém na próxima eleição do Santos, pois ficou decepcionado com a gestão de Luis Álvaro Ribeiro. Tenho muitos amigos na imprensa e nunca falei com eles sobre a possibilidade de me candidatar à presidência do Santos. Até porque não tinha essa intenção e sei da enorme responsabilidade que isso acarreta, além dos transtornos provocados por artigos mentirosos, como o seu.
4 – O Dossiê pela Unificação dos títulos brasileiros a partir de 1959 ouviu jogadores, dirigentes, jornalistas, historiadores, o presidente da CBD na época, consultou documentos da CBD e da Conmebol, foi redigido de forma a responder a todas as questões sobre o assunto e foi aprovado pelas áreas técnica, histórica e jurídica da CBF, entidade na qual não conhecia e não conheço ninguém. Sei que é difícil para alguns admitir que foi um trabalho sério, profissional e preciso, mas o reconhecimento provou isso. Hoje só alguns raros “jornalistas” apaixonados por seus times discordam do que já é um fato consagrado e histórico.
5 – A revelação, por parte do pai de Neymar, de uma troca de e-mails confidencial, que tratava de negócios, por si só já se configura um crime. Para sua informação, reproduzo o artigo jurídico que fala sobre o tema:
Art. 153 - Divulgar a alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem:
Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.
O fato de o pai de Neymar ter usado o blog do filho para tornar público e, intencionalmente, dar grande ênfase ao assunto, mentindo a respeito dos fatos, agrava ainda mais a situação para o lado dele e para os que deram e dão espaço ao seu delito.
6 – O livro a respeito de uma pessoa não paga royalties à instituição na qual ela trabalha. Um livro sobre Pelé, Pepe, Coutinho, Lucas Lima etc não pode e não deve ser taxado pelo Santos. Essa é uma informação que o editor precisa dar ao cliente.
7 – Ofereci-me para escrever o livro de Neymar da mesma forma que fui biógrafo de Oscar Schmidt e Pelé e gostaria muito de escrever também o livro de outros grandes personagens do esporte brasileiro, como Robert Scheidt, Guga, Juary, Zito... É um direito que o escritor tem, pois vive do seu trabalho. Porém, logo que o seu empresário avisou que Neymar preferia que o livro fosse escrito por um velho amigo, aceitei normalmente e me resignei ao trabalho de editor da obra, sem nenhum ganho adicional.
8 – O livro só não foi escrito porque o pai de Neymar exigia que a editora fizesse também um livro sobre ele, o senhor Neymar, o que não agradou ao dono da editora, pois não via a mínima atração em um livro sobre o pai do craque. As negociações foram interrompidas quando o senhor Neymar fez essa exigência e não por que eu deixaria de receber mais pelo meu trabalho. Quem me conhece sabe que essa informação é absurda e caluniosa.
9 – Não passei a atacar Neymar em nenhum momento. Apenas, como jornalista experiente, com quase 40 anos de profissão, dois Prêmios Esso e três da APCA, sem jamais ter sido sequer processado, apesar de polêmico, descobri que Neymar tinha jogado a final do Mundial Interclubes, contra o Barcelona, já comprometido com o clube espanhol e escrevi que isso tinha sido “tremendamente antiético”. Infelizmente, a história se comprovou totalmente e o pai de Neymar, que tinha entrado com um “pedido de explicações” contra mim, abandonou qualquer ação jurídica contra esse humilde jornalista que vos fala.
10 – O Santos, realmente, tem sido administrado de maneira pouco transparente. Provavelmente por isso muitos santistas querem que eu me candidate à presidência, pois me conhecem há muitos anos e sabem que sou honesto, trabalhador, razoavelmente competente e não sou nada, nada, dinheirista, a ponto de colocar os interesses do Santos acima dos meus.
Bem, não sei se alguém mais, além de nós, lerá essa resposta, mas peço que a publique na íntegra, com o mesmo destaque dado ao post original, usando o meu direito sagrado de resposta que a Lei de Imprensa me dá e que todo jornalista com credibilidade conhece.

Atenciosamente,
Odir Cunha

 

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