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NO BRASIL, um ascensorista da Câmara Federal, ganha mais para servir os elevadores da Casa, do que um Oficial da Força Aérea, que pilota um Mirage.

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A mensagem abaixo solicita, ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que inicie as ações apropriadas para esclarecer "notícia-crime" relativa ao sigilo bancário de Paulo Okamotto.

Se você achar que a solicitação é razoável, favor repassá-la a Procuradores da República que fazem parte de sua rede de contatos.

----- Original Message -----
From: LUIZ OTÁVIO
To: robertogurgel@cnmp.gov.br ; sandro@cnmp.gov.br ; claudiob@cnmp.gov.br ; sergiofeltrin@cnmp.gov.br ; adilsongurgel@cnmp.gov.br ; mariaester@cnmp.gov.br ; achiles_siquara@cnmp.gov.br ; sandralia@cnmp.gov.br ; alminoafonso@cnmp.gov.br ; taisferraz@cnmp.gov.br ; brunodantas@cnmp.gov.br ; claudiachagas@cnmp.gov.br ; bonsaglia@cnmp.gov.br ; consluizmoreira@cnmp.gov.br
Sent:
Sunday, May 01, 2011 6:27 PM
Subject:
NOTÍCIA-CRIME (sobre sigilo de Paulo Okamotto)

CONSELHEIROS DO CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO,

Bom dia!

Elio Gaspari afirmou, em 9 de abril de 2006, que "São muitas as coisas que Lula não sabe, mas 'nosso guia' sabe que, se o sigilo bancário de Paulo Okamotto for aberto, sua candidatura à reeleição será um capítulo encerrado".

Clóvis Rossi, no artigo "Viva o 'meu' corrupto" (Folha de São Paulo de 11 de abril), disse que, em um país "minimamente sério", uma ou mais reações seriam desencadeadas pela afirmação feita por Elio Gaspari (o artigo mencionado está reproduzido após o fim desta mensagem).

Por achar que o o CNMP e o Ministério Público são instituições sérias, solicito aos Senhores Conselheiros que iniciem, junto à Justiça, as ações que entenderem apropriadas (ou informem onde tramitaram, ou estão tramitando, as ações eventualmente já iniciadas).

Se esse CNMP não for instância apropriada para receber esta solicitação, favor repassá-la aos órgãos públicos que possuam as competências necessárias.

Agradeço antecipadamente sua atenção.

Luiz Otávio da Rosa Borges

- Site                                -  http://www.brasilsemcorrupcao.com.br
- Celular                          -  (11)9990.3405

- Skype                           -  loborges
- Twitter                           -  http://twitter.com/loborges51
- Canal-1 no Youtube     -  http://www.youtube.com/user/Brasil100Corrupcao
- Canal-2 no Youtube     -  http://www.youtube.com/user/loborges52#p/u

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CLÓVIS ROSSI

Viva o "meu" corrupto

SÃO PAULO - Deu domingo na coluna de Elio Gaspari, publicada nos dois maiores jornais do Brasil (Folha e "O Globo", respectivamente): "São muitas as coisas que Lula não sabe, mas "nosso guia" sabe que, se o sigilo bancário de Paulo Okamotto for aberto, sua candidatura à reeleição será um capítulo encerrado".

Em um país minimamente sério, teria acontecido alguma das seguintes reações - ou todas elas:

1 - O presidente da República iniciaria ação judicial contra o jornalista, dizendo-se indignado com "a injúria, difamação e calúnia" insinuadas na nota;

2 - O Ministério Público também teria tomado providências, na medida em que está recebendo uma, digamos, "notícia-crime" de gravidade suficiente para impedir a recandidatura do presidente da República;

3 - A oposição, o Congresso Nacional e as entidades da sociedade civil se teriam mobilizado para esclarecer os fatos, seja estabelecendo que a nota não tem o menor fundamento, seja pondo à luz do dia, como convém na democracia, o que esconde Paulo Okamotto.

Como o Brasil, definitivamente, não é nada sério, não se tinha notícia, até o meio da tarde de ontem, de qualquer uma dessas reações.

O que, de resto, combina com a natureza do eleitor brasileiro, que, como já foi dito neste mesmo espaço, "sublimou" a corrupção.

Provas? 1 - Na pesquisa Datafolha publicada domingo, 83% dos pesquisados dizem que o presidente da República tem muita ou, ao menos, alguma responsabilidade pela corrupção em seu governo (que, de resto, 79% dizem que existe). Mas, no mínimo, 40% votarão nele.

Prova 2 - Em 1998, a percepção de corrupção no governo FHC era bem similar. Foi eleito no primeiro turno.

É a aplicação prática da tese do "todos fazem" (trambique). E é também o habeas corpus para que cada um vote no seu "corrupto" sem rubor.

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