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"Antigamente os cartazes nas ruas com rostos de criminosos oferecia recompensas, hoje em dia pede votos...
E o pior é que o BRASILEIRO dá...

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Dallagnol, 517 m2, Dallagnol! Dá três triplex do Lula!

Quando só há convicções de que o Lula é dono de um triplex milionário no Guarujá e uma quinta em Atibaia, amigo navegante oferece PROVAS aos cruzados de Curitiba!

Bom dia, Paulo Henrique!

Lembra do De Grandis, aquele Procurador (sic) da República (sic) que tem uma gaveta em que esquece documentos contra tucano?

Lembra dessa tua reportagem?

Conversa Afiada - 11/07/2016 - Apartamento de FHC em Hygyenopolis é uma lavagem?

Complementando a notícia acima, achei alguns desdobramentos e constatações:

Representação de autoria dos deputados estaduais João Paulo Rillo e Teonílio Barba, protocolada no Ministério Público Federal de SP sob nº PR-SP 00020589/2016 em 31 de março de 2016, que aponta indícios de compra e venda subfaturada do apartamento de FHC - resultou no PIC (Procedimento Investigatório Criminal) Nº 1.34.001.002607/2016-56 - distribuído ao procurador criminal Gustavo Torres Soares do 30º Ofício do MPF-SP, como atesta a cópia anexa.

Os signatários pediram investigação sobre eventuais crimes contra a ordem tributária, de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, os quais podem ter propiciado enriquecimento ilícito ao ex--presidente, envolvendo contrato de compra e venda do apartamento. Em dezembro de 2005, esse valor era de R$ 1,4 milhão. Corrigido pelo índice da caderneta de poupança, esse valor hoje seria de R$ 2,99 milhões (veja abaixo).

QUEM VENDEU O APARTAMENTO FOI A BUENINVEST REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS LTDA., EMPRESA DO BANQUEIRO EDMUNDO SAFDIÉ, FALECIDO EM JUNHO PASSADO, ACUSADO DE SER O BANQUEIRO DO PROPINODUTO TUCANO NAS FRAUDES DO METRÔ E DA CPTM

Síntese do caso:

O apartamento que fica na Rua Rio de Janeiro, Bairro Higienópolis, em São Paulo (SP), tem 517 m² e garagem para quatro carros.

O dono efetivo do apartamento, em 2005, época da venda e compra, era a empresa BUENINVEST REPRESENTAÇÕES COMERCIAIS LTDA., na qual Edmundo Safdié tinha participação com 99,99% desde a constituição da empresa, em fevereiro de 1990.

A empresa foi registrada com erro ortográfico na Junta Comercial do Estado de SP (Jucesp): em vez de Bueninvest, está registrada sem o segundo “n”: Buenivest. Este fato dificulta sua localização por qualquer cidadão na Jucesp, pois, quando ele dá o nome correto Bueninvest, a empresa não é localizada (isto aconteceu com a assessoria do deputado Rillo), e pode configurar falsidade ideológica por parte dos responsáveis pelo registro.

Segundo reportagem do portal GGN e de outras mídias, documentos vindos da Suíça revelaram que, pela conta Marília, no Banque Safdié na Suíça, com nome fantasia Multi Commercial Bank, em Genebra, controlado por Edmundo Safdié, passaram milhões em propina, originárias do cartel de corrupção de trens (Alstom, Siemens etc), para subornar agentes públicos do Metrô e CPTM e políticos ligados ao PSDB.

Constatações:

- MPF de SP (Rodrigo de Grandis ou força-tarefa), de acordo com o que foi divulgado pela mídia, não apurou a participação das empresas de Edmundo Safdié na lavagem de dinheiro e evasão de divisas em relação a fraudes praticadas no Metrô-SP e CPTM, e propinas daí decorrentes, pagas a agentes públicos e políticos ligados ao PSDB;

- A troika de Curitiba (juiz Moro, MPF e PF) procura, há mais de 2 anos, encontrar "pêlo em ovo" no caso do apartamento do Guarujá e do sítio de Atibaia, que sequer estão em nome de Lula;

- Enquanto isso, as investigações envolvendo eventuais fraudes praticadas por tucanos no trensalão andam devagar, quase parando, ou são simplesmente engavetadas. O pixuleco de R$ 1,4 milhão no subfaturamento da compra do apartamento de FHC (registrado em seu nome) aponta conexões mais do que conviccóes com o trensalão.

Correção monetária do pixuleco de R$ 1,4 milhão recebido por FHC entre dezembro de 2005 e agosto de 2016:

- R$ 2,99 milhões ( pelo índice de rentabilidade da caderneta de poupança)

- R$ 2,67 milhões (pelo INPC)

 

Cordialmente, assina um ex-correntista do banco do inesquecível Safdié (você lembra que ele empregou também o Gal. Golbery, o "Feiticeiro", do historialista (ver no ABC do C Af: Historialismo)? Homem de visão!)

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