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Atentado mata 12 em jornal de Paris; Hollande chama ato de terrorista

Jacky Naegelen / Reuters

Entre outros três cartunistas mortos está Jean Cabut, que usava o nome de Cabu. Segundo fontes de segurança da França, dois dos mortos eram policiais.

Três atiradores invadiram a redação do jornal e dispararam contra os jornalistas. O jornal já sofreu outros ataques por publicar caricaturas de líderes muçulmanos e do profeta Maomé. Em 2011, a redação foi alvo de um incêndio criminoso após ter publicado uma série de caricaturas sobre Maomé.

O último tuíte da publicação é um cartum satirizando o líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi. Testemunhas dizem que os homens gritaram "vamos vingar o profeta durante o ataque.

De acordo com fontes de segurança, três homens atacaram a sede da publicação portando metralhadoras AK-47, trocaram tiros com policiais e depois fugiram em um carro dirigido por um quarto elemento do grupo. Eles foram até a região da estação de Porte de Pantin, no nordeste da cidade, onde abandonaram o veículo e sequestraram um outro, expulsando o motorista na rua.

Rocco Contento, porta-voz de um sindicato de policiais, afirmou que houve aumento das medidas de segurança à sede do jornal por causa de ameaças recentes e que os homens entraram no local com a intenção de matar.

Segundo um jornalista do "Charlie Hebdo", citado pelo jornal francês "Le Monde", os atiradores chegaram ao local na hora da reunião da redação. "Os agressores sabiam que às 10h de quarta-feira havia uma reunião editorial semanal. No resto da semana não há muitas pessoas no local", afirmou.

presidente da França, François Hollande, foi ao local e disse que não há dúvida de que o ataque foi terrorista.

O governo da França anunciou ter elevado o nível de segurança no país para o mais alto. A França já está em estado elevado de segurança após militantes islâmicos terem incitado ataques contra cidadãos e alvos franceses em resposta aos ataques militares da França contra redutos de islamitas na África e no Oriente Médio.

"A França é ameaçada porque, assim como outros países, nós somos um país de liberdade", disse Hollande em frente à sede do "Charlie Hebdo".

No ano passado, um homem gritando "Allahu Akbar" ("Deus é o maior") deixou 13 feridos ao lançar um veículo sobre uma multidão na cidade de Dijon. O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, disse à época que a França "nunca antes enfrentou uma ameaça tão forte ligada ao terrorismo".

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