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BRA DE BRADESCO, BRA DE BRASIL

                                                         Trabuco recusou                           Levy aceitou

Para acabar de vez com as fofocas do mercado que a acusam de ser comunista e amiga de Fidel Castro, Dilma Roussef se apaixonou pelo Bradesco.

Namorou um dos dirigentes do Banco, o Luis Trabuco,  insistiu para que ele morasse na sua Fazenda, mas ele  recusou seu amor liberal.

Para a sorte da nossa Presidenta, um outro bradesquiano, Joaquim Levy, caiu nas malhas da sedução dilmista. O casamento ocorrerá logo depois que Mantega anunciar os cortes fiscais e outras medidas impopulares que vão marcar a nossa crise econômica de 2015. Quem mora em São Paulo será contemplado com duas crises: a econômica e a hídrica.

Confirma-se assim a nossa previsão de que Brasil voltará a crescer em torno de 3% no final do segundo mandato de Dilma, criando-se assim as condições econômicas para mais uma eleição de Lula, que é mais confiável que Dilma porque se mantém rigorosamente fiel à doutrina de Henrique Meirelles.

A boa noticia é que a Europa está muito mais próxima do abismo do que o Brasil.  Confira aqui: Estamos de fato à beira do abismo de uma crise política, econômica e financeira.

O indignado 

Dilma acena ao mercado e deve anunciar Joaquim Levy para comandar Fazenda

DÉBORA BERGAMASCO, JOÃO DOMINGOS, RAFAEL MORAES MOURA, RICARDO DELLA COLETTA, TÂNIA MONTEIRO E VERA ROSA - O ESTADO DE S. PAULO

21 Novembro 2014 | 16h 17

Expectativa é que nome do ex-secretário do Tesouro do governo Lula seja oficializado na semana que vem, assim como o do novo titular do Ministério do Planejamento, Nelson Barbosa; petistas mostram descontentamento com escolha da presidente

Ex-secretário do Tesouro comandará pasta após a recusa do presidente do Bradesco Luiz Trabuco

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Brasília - A presidente Dilma Rousseff escolheu o ex-secretário do Tesouro Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda e montou uma equipe econômica de forma a agradar ao mercado. O Ministério do Planejamento será ocupado pelo ex-secretário executivo da Fazenda Nelson Barbosa e Alexandre Tombini deve continuar no Banco Central. Mas o anúncio da equipe, que era esperado ao longo desta sexta-feira, 21, e ajudou a elevar o Índice Bovespa, foi deixado para uma data a ser definida.

Na sexta, o Palácio do Planalto chegou a pedir extraoficialmente aos jornalistas que ficassem preparados para uma entrevista coletiva a qualquer momento. No fim do dia, os repórteres foram avisados de que não haveria anúncio nenhum.

Uma explicação para a frustrada confirmação da futura equipe econômica é preservá-la das "más notícias" esperadas para a próxima semana. Caberá a Guido Mantega – titular da Fazenda prestes a encerrar o ciclo mais longo à frente da pasta na história da República – dar explicações para a agenda negativa e evitar que seu sucessor enfrente desgaste antes mesmo de assumir o cargo.

Na segunda-feira, o Banco Central vai divulgar a nota do setor externo no mês de outubro, com as transações e investimentos estrangeiros diretos recebidos pelo País. À noite, a Comissão do Orçamento tentará aprovar o projeto que muda a Lei de Responsabilidade Fiscal (LDO) e flexibiliza a meta de superávit primário, medida vista com ressalvas por parte dos economistas. Pela proposta, a União passaria a incluir investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o que deixou de arrecadar com os cortes de impostos como parte do esforço fiscal. E na quinta o Tesouro deve divulgar o resultado primário do governo central (Tesouro, BC e Previdência) em outubro, cujos dados não devem ser positivos.

Idas e vindas. Seja como for, o adiamento é mais um ruído na tentativa do governo de melhorar o diálogo com os agentes econômicos. Nesta sexta, também surgiram os nomes dos futuros ministros da Agricultura e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, ambos sem confirmação oficial

No início da semana, Dilma convidou para a Fazenda o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. Para viabilizar a escolha, a petista conversou com o presidente do conselho de administração do banco, Lázaro Brandão, que vem preparando Trabuco para lhe suceder no principal posto do Bradesco. A operação foi malsucedida e, mesmo preparada para o desgaste político de nomear um "banqueiro" após criticar o setor na campanha eleitoral, Dilma foi surpreendida pela recusa de Trabuco, que alegou seus compromissos com o Bradesco para rejeitar a Fazenda.

A decisão de adiar a confirmação da equipe econômica causou surpresa até entre ministros e assessores da presidente. Não foi dada nenhuma explicação para a medida e tampouco uma data para o anúncio oficial. Apesar disso, segundo auxiliares da presidente, Levy, Barbosa e Tombini já vão começar a sondar nomes para suas respectivas equipes.

‘Mãos de tesoura’. Um assessor chegou a citar reações no PT com a escolha de Levy. No partido, o ex-secretário do Tesouro tem o apelido de "Joaquim mãos de tesoura" por causa dos grandes cortes promovidos nessa função, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

Na Fazenda, o comentário foi de que Mantega – com quem Dilma esteve à noite, na capelinha do Palácio do Alvorada – ficou magoado com a escolha de Levy, visto como contraponto à atual gestão. O ex-secretário do Tesouro é administrador de fundos de investimento do Bradesco e sempre foi defensor de uma política fiscal mais dura e ortodoxa que Mantega, atualmente sem credibilidade no mercado.

Quando foi secretário da Fazenda no Rio, entre 2007 e 2010, fez o Estado ser o primeiro do Brasil a ter o selo de grau de investimento da agência Standard and Poor’s (S&P) – um dos desafios da próxima equipe econômica será manter esse status para o País, hoje sob risco de ser perdido.

Auxiliares da presidente também disseram que o adiamento seria uma "tática" para "testar" o nome de Levy no mercado e manter a Bolsa aquecida – foi registrada a maior alta em 3 anos.

A definição da equipe econômica é só uma das questões a serem equacionadas por Dilma. No desenho da reforma ministerial, a presidente avalia se é melhor seguir com José Eduardo Cardozo na Justiça pelo menos no início do segundo mandato. A avaliação é de que o momento é "delicado demais" para mudar o ministério sob o qual está a Polícia Federal, responsável pela Operação Lava Jato.

 

Apaixonada por Dilma, mulher volta a invadir o Palácio

Edimeire afirma que é "o esposo" da presidente. Fotos: Iano Andrade/CB/D.A.Press

A história de Edimeire Celestino tem chamado mesmo a atenção da mídia e sensibilizado os internautas nas redes sociais… E não é para menos! Em menos de uma semana, ela invadiu duas vezes o Palácio do Planalto, em Brasília. O motivo? Apaixonada por Dilma Rousseff, ela insiste que é “o esposo” da presidente. Na terça-feira da semana passada, aos prantos, ela repetia: “Eu vim aqui chamar a Dilma para se casar comigo. Eu sou o esposo dela. Eu não estou chorando porque eu apanhei, gente. Estou chorando porque estou apaixonado, estou amando!” E esclareceu qual era seu objetivo ali: “Eu queria sequestrar a presidente. Queria levar ela para o meu cativeiro, o meu coração, a minha vida”, disse.

Na manhã desta terça-feira, ela tentou novamente chamar a atenção da petista. E, mais uma vez, foi contida pela segurança do Palácio. Antes que crucificarem Edimeire e a chamarem de “louca”, ela foi examinada no hospital e atestaram que ela não tem nenhuma alteração clínica. Custa acreditar que apenas uma fã apaixonada pela presidente? Quando aquelas menininhas de 13 anos cortam os pulsos por causa do Justin Bieber ninguém fala nada, não é? Agora, o pessoal das redes sociais já está em polvorosa pedindo um pronunciamento oficial de Dilma sobre essa história de amor platônico…

Edimeire, quando foi detida, na terça-feira passada, ao tentar invadir o Palácio do Planalto

Saca só a matéria que a Agência Globo soltou agora de tarde:

“A mulher que semana passada tentou invadir o Palácio do Planalto dizendo-se “marido” de Dilma Rousseff voltou a procurar pela presidente na manhã desta terça-feira no Palácio da Alvorada. Ao notar a presença de Edimeire Celestino da Silva, a segurança da presidente chamou a polícia. De acordo com os policiais que conversaram com Edmeire, desta vez ela estava mais calma e disse que só deixaria o local quando a presidente Dilma Rousseff aceitasse seu pedido de casamento.

A PM explica que policiais não detiveram Edmeire porque ela não estava cometendo nenhum delito e estava a uma distância regular da guarita do Palácio. Ela foi convencida pelos policiais a deixar o local, mas logo depois voltou e se sentou em uma calçada próxima.

Na semana passada, Edmeire, de 29 anos, foi imobilizada pelos seguranças da guarda presidencial e levada a um hospital de Brasília após tentar invadir o Palácio do Planalto. Identificada como um homem a princípio, Edimeire estava visivelmente perturbada, dizia ser “marido” da presidente Dilma Rousseff e fez declarações de amor a ela. Após ser examinada no hospital, descobriram que ela era mulher e atestaram que ela não tinha alteração clínica.”

18/09/2012
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