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E o pior é que o BRASILEIRO dá...


Dilma considera Meirelles na Fazenda

 

Interrompemos a programação eleitoral de satanização dos banqueiros para o seguinte comunicado: a Presidente Dilma considera levar um deles ao Ministério da Fazenda, caso seja reeleita.

 

Esquentaram nos últimos dias as conversas que podem levar a um convite de Dilma a Henrique Meirelles, o ex-presidente do Banco Central no Governo Lula e que fez carreira no antigo BankBoston.

 

Quem está fazendo a ponte é o ex-presidente Lula, que convenceu Dilma de que é preciso acalmar os mercados, sob pena de perder a eleição.

O convite pode ser feito nos próximos dias, na reta final do primeiro turno, ou entre o primeiro e o segundo.

 

A Presidente também quer um nome do mercado financeiro na diretoria internacional do BC, para “vender melhor o Brasil mundo afora,” nas palavras de uma fonte do governo.

 

Trata-se de uma inflexão delicada para a Presidente. Ceder demais na direção do mercado hoje é admitir que a “nova matriz econômica” fracassou. Por outro lado, insistir no confronto pode ser fatal. Daí o envolvimento de Lula, que teria iniciado as sondagens. A Presidente está tateando o assunto e pode ser mais incisiva nos próximos dias.

 

 

 

Aloysio ironiza troca de críticas entre Dilma e Marina

 
 
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), candidato a vice na chapa do tucano Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira, que as duas candidatas Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) têm razão em algum aspecto no embate que ambas têm travado sobre a relação das candidaturas com os banqueiros. "Nessas críticas que Dilma e Marina trocam as duas têm razão", disse, durante a série Entrevistas Estadão.

 

Para Aloysio, Dilma tem razão quando combate o discurso de autonomia do Banco Central. O tucano disse ser pessoalmente contra a autonomia proposta por Marina. "Acho que o BC não é um poder soberano, ele tem que cumprir as funções estabelecidas na legislação", disse.

Já nos argumentos de Marina, Aloysio disse concordar com a afirmação de que o "PT é queridinho do capital financeiro". Marina tem dito que Dilma criou o "bolsa banqueiro". Já Dilma acusa a oposicionista de ser bancada por banqueiros, em referência a Neca Setubal, herdeira do Itaú, que integra a coordenação de campanha de Marina.

 

Aloysio, no entanto, disse que Marina, ao fazer as críticas, esquece que ela fez parte do governo do Lula e não se manifestava contra a política adotada. "A Marina Silva fez parte do governo Lula. É uma tática que ela vem adotando que é borrar a história, como se ela estivesse surgindo agora. Ela foi ministra e não deu um pio sobre a política econômica do governo Lula", disse.

Segundo o tucano, a relação do PSDB com o mercado é conhecida. "O que o PSDB é, é conhecido. A candidatura do Aécio não é improvisada. É uma candidatura com uma determinada visão de economia, menos intervencionismo, prestígio da democracia (...), a previsibilidade. Talvez, diante do desastre que é o governo Dilma, os agentes tenham preferido ir para um governo que tenha previsibilidade, que eles conheçam." "Os bancos são empresas como qualquer outra. Não tenho nada contra nem a favor."

 

Aloysio disse ainda que não "demonizo banqueiros". "As duas é que estão demonizando", afirmou, em referência a Dilma e Marina.

 

Já participaram da série Entrevistas Estadão os principais candidatos à Presidência, ao governo de São Paulo, além de concorrentes ao Senado pelo Estado. Na sexta-feira, 12, será a vez do vice-presidente Michel Temer (PMDB), vice na chapa da candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT).

 

Por Geraldo Samor

0/09/2014

 

 http://www.opovo.com.br/app/politica/ae/2014/09/10/noticiaspoliticaae.

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